Site movimenta R$ 17 milhões no Black Friday brasileiro

Após a segunda edição brasileira do Black Friday, o varejo eletrônico brasileiro encontrou motivos para aumentar consideravelmente o investimento no e-commerce.

O Black Friday teve nossa versão nacional da tradicional data de descontos americana na última sexta feira, onde o site Busca Descontos se destacou consideravelmente. O site, que reúne cupons dos principais varejistas locais, registrou o movimento de R$ 17,2 milhões durante a sexta feira. São R$2,2 milhões a a mais que o esperado.

Foram mais de 6 milhões de pessoas que se inscreveram no serviço e receberam informações sobre as promoções. Entre a meia-noite e 1h da sexta feira, o site registrou 210.00 acessos simultâneos, chegando a ficar fora do ar durante alguns minutos.

O sucesso das vendas mostrou o quão carente são os e-consumidores brasileiros. “O Black Friday já faz parte do calendário do e-commerce nacional. Quem não se preparar para oferecer boas promoções nesse dia, ficará de fora”, afirma Eugenio.

Fonte: Veja

Como usar melhor o Google Search?

O Google Search é, atualmente, o principal buscador mundial, o que significa que bilhões de pessoas fazem pesquisas a todo segundo. Mas será que todo seu potencial é explorado?

Uma pesquisa da Universidade de Wesleyan Illinois revelou que menos de 25% dos alunos conseguem realizar uma pesquisa “razoavelmente bem executada”, ou seja, cerca de 75% dos estudantes não sabem como elaborar pesquisas acadêmicas de forma eficaz.

O grupo HockCollege.com fez uma pesquisa e, com base nos resultados, elaborou um infográfico com as melhores dicas para você explorar todos os recursos do Google Search, com base no que você quer procurar na web.

Vale a pena entender os melhores processos de busca nessa apresentação que a Media Factory preparou para você:

O e-commerce pelo mundo

Você já teve aquela vontade de comprar coisas ou serviços pela internet mas ficou com medo? Veja esse infográfico e saiba que muita gente – MUITA MESMO! – já aderiu às compras coletivas.

O top 5 das vendas do e-commerce:
1º livros
2º roupas
3º passagens aéreas
4º eletrônicos
5º reservas de hotéis

E você, já comprou algo na internet?

Fonte: Infográficos

Os gigantes da web frente a frente

Esse infográfico incrível compara os números dos maiores sites do mundo – Wikipedia, Amazon.com, Youtube, Twitter, Facebook e eBay.

Vale a pena conferir os dados dos sites que mais geram tráfego na web!

Fonte: Tweets Marter

Redes sociais afetam cada vez mais decisões de compra

Uma pesquisa realizada pela Oh! Panel com 679 brasileiros para o Mercado Livre, mostrou que 56% dos usuários de internet no Brasil usam as redes sociais na hora de adquirir produtos e serviços. Desses, 60% realizam pesquisas em mídias sociais sobre bens que desejam comprar.

Um relatório feito pela Barkley e Boston Consulting Group contatou que a geração Millennials, em geral, precisam de ajuda de amigos e familiares antes de tomar decições de compras. Eles usam as redes sociais e a tecnologia para recolher essas opiniões, sendo que 68% não irão tomar uma decisão importante sem consultar sua rede de contato primeiro. Os Millennials também não gostam de ir à loja sozinhos, e preferem estar com outras pessoas na hora das compras.

Fonte: ProXXIma

Um infográfico épico!

Nesse super infográfico você encontra os grandes marcos da indústria publicitária desde 1830, incluindo a fundação das maiores agências, fusões e aquisições.

Tem tanta informação interessante que você pode ficar no mínimo uma hora analisando a imagem sem ficar cansado.

Por exemplo: você sabia que a Pizza Hut recebia pedidos pela internet 4 anos antes do lançamento do Google? E que o 1º comercial de TV foi ao ar em 1941?

Vale a pena ver esse infográfico incrível feito pela Aquent com a The Barbarian Group.

Fonte: Blue Bus

E-commerce brasileiro em 2010 – Infográfico

Há algumas semanas, o Mundo do Marketing divulgou um infográfico com dados curiosos e importantes a respeito do E-commerce em 2010.

De acordo com as informações coletadas, o mercado faturou R$ 14,8 bi durante o ano passado e reuniu 23 milhões de compradores no país.

Além de dados mercadológicos, o infográfico releva também dados relacionados ao crescimento das compras realizadas por mulheres, sobre a alta nas compras em datas sazonais, os sites mais relembrados e a estimativa do faturamento para este ano.

Confira o infográfico na íntegra:

Você faz compras on-line? Deixe um comentário com sua opinião a respeito do E-commerce brasileiro!

Fonte: Mundo do Marketing

A evolução do E-commerce em 2010 (IAB)

Uma pesquisa realizada pelo IAB Brasil mostrou resultados positivos em relação a frequência da utilização do e-commerce pelos brasileiros.

O estudo revelou que existem hoje 20 milhões de e-consumidores ativos, uma margem superior a 40% em relação a 2009.

O segmento do e-commerce teve faturamento de R$6,7 bilhões no 1º semestre de 2010, fator que indica a mudança de costume da população brasileira e maior aderência ao consumo on-line.

O gráfico abaixo mostra a evolução do comércio digital no país nos últimos anos.

Para mais informações sobre e-commerce, acompanhe o Tudo Sobre Marketing Digital no Facebook e Twitter.

Crowdsourcing: Novo modelo de negócios no meio digital

 

Crowdsourcing, também conhecido por inteligência coletiva, é uma forma de produção que conta com vários voluntários online. O termo deriva do inglês, onde “crowd” significa multidão e “sourcing”, terceirização. A ideia é transmitir os problemas à um grupo sob forma de convite direto ou indireto para soluções. Ou, melhor, soluções baratas e, muitas vezes, mais apuradas do que aquelas fornecidas por profissionais isolados.

Um bom exemplo de crowdsourcing é o site Wikipédia. A enciclopédia online é escrita por pessoas comuns e qualquer artigo pode ser modificado, ampliado e transcrito por voluntários do mundo inteiro. A prova de que, se usado corretamente, o modelo de crowdsourcing é capaz de resultar em novas ideias, encurtar o tempo de busca e desenvolvimento, além de diminuir os custos. O resultado pode ser extraordinário.

É importante compreender esse processo, pois os sites de compras coletivas trabalham adaptando-o com a seguinte fórmula: a empresa parceira só paga ao site quando as ofertas atingirem um número mínimo de participantes. Ou seja, para que determinado comprador obtenha um desconto de 90%, por exemplo, é necessário que um número “x” de compradores se interessem pelo produto para que aquela compra seja efetuada. Alguns compradores são passivos e apenas compram e “torcem” para que a venda seja efetuada. Outros não: eles se organizam num esforço coletivo descentralizado para que a compra atinja o número mínimo de compradores e atuam como verdadeiros anúncios da promoção.

Um exemplo de crowdsourcing brasileiro a ser citado foi a mobilização gerada por cinco fãs cariocas da banda sueca “Mike Snow”, que acreditavam que exista público para todo tipo de show alternativo e resolveram tomar uma atitude que mudasse essa história. Em pouco tempo conseguiram mobilizar 60 pessoas por meio de uma campanha por e-mail. A proposta era rachar os custos do show. Cada pessoa colaboraria com R$ 200, e teria direito a um ingresso. Se 800 ingressos fossem vendidos, esses colaboradores receberiam o dinheiro de volta. Se tivessem 100 colaboradores, o show já estaria pago. Foi então que os 5 fãs conseguiram o apoio de 3 empresas e o canal Multishow, e a partir de então era necessária a venda de 480 ingressos, facilitando a devolução do dinheiro aos colaboradores. Além da casa de shows Circo Voador ter aceitado arcar com os custos do local do show.

Com tudo acertado, iniciaram então uma campanha nas redes sociais. Em uma página do Facebook eles divulgavam o sucesso da ação para fazer com que o restante dos ingressos fossem vendidos. A ação foi um sucesso! Podemos dizer que a facilidade de alcance que temos nas redes sociais foi um fator imprescindível para esses fãs conseguirem seu maior objetivo. Certamente foi uma atitude gratificante que mais uma vez prova o quanto estamos diante de ferramentas de grande poder.

Para tanto, é necessário bastante interação. A difusão das ações de crowdsourcing, sejam elas com colaboração de conteúdos ou até mesmo em compras coletivas, são realizadas nas redes sociais. Um amigo indica e a informação vai se propagando entre os conhecidos dos conhecidos. Essas fórmulas mostram o quanto a atividade em conjunto tem sido lucrativa, tanto para a multidão quanto para as empresas. No caso das compras coletivas, a empresa ganha visibilidade e fidelidade dos clientes, enquanto o comprador garante bons descontos e segurança. Além de ser, também, um artifício para que se resolvam problemas como a falta de acesso a determinados produtos.

Behavioral Targeting: Rich Media e outras novidades da Web 2.0

Behavioral Targeting é a arte de entregar mensagens relevantes e contextualizadas de acordo com o comportamento do destinatário, baseadas em seus interesses e necessidades. O estudo do behavioral targeting é um dos métodos mais eficazes para identificar as melhores oportunidades de investimentos em mídias digitais. Embora muitos dos métodos utilizados pela mídia offline ainda sejam utilizados para definição de investimentos online, tais como idade, renda, sexo e outros dados demográficos e de perfil, o behavioral targeting pode fornecer elementos muito mais concretos, visto que estuda o comportamento do consumidor enquanto ele interage no ambiente online.

Muitas empresas ainda relutam hoje em dia para utilizar como estratégia o behavioral targeting, mas esse tipo de ação se torna importante para qualquer estratégia digital, levando em consideração a concorrência já existente no mercado online, em progressão geométrica, com as demandas por conteúdo e custos de publicidade aumentando em ritmo inversamente proporcional ao das taxas de conversão.

As expectativas dos consumidores online ficam a cada dia mais alta, e sua atenção fica cada vez mais disputada. A necessidade de oferecer aos visitantes o que eles realmente procuram é um diferencial importante e o estudo do comportamento dos usuários ajuda a melhorar a experiência e a relevância do seu site junto a eles. O behavioral target estuda todas as ações, compras feitas e páginas visitadas em um website. A coleta destas informações personalizadas favorece o estabelecimento de um processo “padrão” de relacionamento com seus consumidores. Enquanto grande parte dos analistas consideram o behavorial target como basicamente uma espécie de monitoramento de consumidores, avaliados conforme modelos de comportamento estabelecidos, algumas vertentes acreditam que a importância demasiada neste padrão pode engessar a estratégia.

De qualquer forma, o behavorial target deve ir além do envio de mensagens publicitárias ideais para o consumidor no momento de uma eventual compra. É preciso investir mais na criação de pontos em comum entre a marca e os consumidores, e deve-se atentar para o fato que o “targeting” é muito mais do que uma resposta a um estímulo pré-condicionado. Desta forma as marcas lucram, dando aos consumidores a infomação que eles querem e conciliando seus interesses à sua mensagem.

Benefícios de uma estratégia de behavioral targeting:

Para os veículos: Uma forma de provar sua eficácia atingindo targets específicos, e consequentemente, aumentarem as receitas com publicidade.

Para os anunciantes: Determinar quais veículos são os mais eficazes para as campanhas e quais os que geram leads de vendas mais efetivos.

Para os consumidores: A experiência de navegação fica praticamente personalizada e eles sentem-se mais confortáveis ao navegar no site, efetuando, consequentemente, compras, caso encontrem ali todas as afinidade necessárias.

Evidentemente, o behavioral targeting é obtido por meio de métricas de navegação internas de um portal. O desenvolvimento dos padrões de comportamento ou “clientes alvo” é complexa e deve ser bastante específica. Afinal, a variedade de perfis de usuários da internet só tende a crescer e quanto mais perfis, maiores são as chances de se chegar ao consumidor com a mensagem mais propícia para o momento da compra.