Hackers faturam encontrando falhas em iPhone e outros serviços

Ao que tudo indica, apesar de ser cobiçado por muitos, o iPhone pode apresentar alguns problemas. O hacker denomidado como “Grugq” teria negociado com a Apple para mostrar e vender vulnerabilidades dos sistemas e aplicativos, ficando com 15% do valor da venda como comissão.

“Grugq” é também uma espécie de mediador entre outros hackers e agências e empresas que trabalham com o governo. As vulnerabilidades encontradas e comercializadas não são comunicadas às empresas que desenvolvem o software. Isso garante que a falha permaneça por mais tempo sem uma devida correção, o que viabiliza invasões em sistemas que utilizem os softwares.

As falhas encontradas em produtos da Apple e, principalmente, no iPhone são as mais caras do mercado. De acordo com um levantamento feito pela Forbes, problemas com o iPhone podem custar entre US$ 100 mil e US$ 250 mil, enquanto os do Adobe Reader, por exemplo, valem de US$ 5.000 a US$ 30.000.

Apesar de ser um serviço bastante requisitado, o comércio de vulnerabilidades do sistema é um tema polêmico entre os especialistas. O Google também é reconhecido por utilizar este tipo de recurso para encontrar falhas, enquanto a Microsoft se recusa.

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Venda de computadores sofre queda em 2012

Com o crescimento constante das vendas de Androids, iPhones, iPads e smartphones, a venda de computadores pessoais começou abaixo do previsto em 2012. Segundo a consultoria Gartner, a expectativa para este ano é de um crescimento de 4,4%, mas, ainda assim, é menor que a prevista.

O principal motivo para isto acontecer é que o Windows 8 (novo sistema operacional da Microsoft) e os ultrabooks criarão uma oferta empolgante, que deixe os usuários com vontade de comprar.

Outro fator importante para esta mudança na economia é que, antigamente, e-mails, redes sociais e acesso à internet eram de domínio exclusivamente do computador, e agora estão sendo usados em tablets e smartphones.

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Facebook Messenger para Windows é oficialmente disponibilizado aos usuários

O Facebook tornou oficial, na última segunda-feira, o Facebook Messenger para Windows, aplicativo de mensagens instantâneas que apareceu na rede no final do ano passado e teve seu link para download retirado, sem nunca ter tido sua existência confirmada.

A utilização é bem simples. Basta fazer login para poder conversar com seus amigos no Facebook, estejam eles acessando o site pela web ou por algum outro meio. O Facebook Messenger para Windows também permite visualizar as últimas notificações no news ticker, e permite que pedidos de amizade sejam aceitos.

O aplicativo funciona apenas no Windows 7, não oferecendo suporte aos demais sistemas, por enquanto. Está sendo trabalhada, no entanto, uma versão dele para o Windows Vista.

Essa é a primeira vez que o Facebook libera um aplicativo de mensagens dedicado a uma plataforma desktop. O Android e o iPhone já contavam com programas similares há algum tempo.

E tem mais: a próxima plataforma vai ser o Facebook Messenger para Mac.

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Facebook vai inserir anúncios em feed de notícias

Durante a realização do primeiro Facebook Marketing Conference (FMC), em Nova York, a rede social de Mark Zuckerberg anunciou que vai implantar anúncios Premium (ou histórias patrocinadas) no feed de notícias das versões mobile, web e logout.

O objetivo das histórias compartilhadas é fazer com que a propaganda seja algo mais natural aos olhares dos usuários do Facebook, ou seja, menos explícita. Para um anúncio aparecer em seu feed, um amigo ou você tem que curtir a página da empresa em questão.

Segundo o diretor de marketing do Facebook, Mike Hoefflinger, quando o usuário efetuar o logout, ele não terá nenhum outro conteúdo que o distraia e, assim, poderá visualizar os anúncios.

Inicialmente, a novidade será implantada nos Estados Unidos para iPhone, Android e sites móveis. Nos próximos meses, demais países devem receber a atualização.

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Google indica mudança no ambiente tecnológico

Um dia após apresentar certos problemas em seus resultados, o gigante da Internet, Google, teve queda de 8% em suas ações e não alcançou suas metas em termos de faturamento, o que evidenciou, ainda mais, seus esforços acelerados para encontrar espaço nos mercados móveis e de redes sociais.

Investimentos no software móvel Android e na rede social Google+, semelhante ao Facebook, representam oportunidade essencial de crescimento para a companhia, no futuro. Mas Wall Street ainda está tentando compreender seu impacto de longo prazo sobre o negócio do Google.

A rede social Google+, recentemente lançada pela companhia, tem 90 milhões de usuários no momento, ante 40 milhões há três meses. A plataforma móvel Android mais usada do mundo, à frente do iOS, da Apple, sendo um importante acesso dos consumidores a diferentes serviços do Google, e elevando o número de pessoas que veem os anúncios veiculados pela empresa.

No entanto, o valor recebido pela publicidade destinada a aparelhos móveis,em curto prazo, parece ser menor que o pago pela publicidade veiculada em seu serviço de buscas convencional. Além disso, segundo os resultados apresentados na sexta-feira, o custo por clique (CPC) – ou seja, o valor pago pelos anunciantes quando um usuário clica em anúncios vinculados a resultados de buscas – caiu pela primeira vez em dois anos, apesar do recorde atingido pelo comércio eletrônico nos Estados Unidos durante a temporada de fim de ano.

O presidente do conselho e vice-presidente de investimento da Jacob Funds, que detém ações do Google, Ryan Jacob, relata que seria relevante estudar melhor o efeito de um aumento na proporção das buscas do Google conduzidas via aparelhos móveis .“Eles não vêm obtendo o mesmo tipo de preços do lado móvel que costumam obter nas buscas em computadores”, disse Jacob.

A grande preocupação dos investidores deve-se a o fato dos pesados investimentos do Google em iniciativas móveis e de redes sociais para enfrentar concorrentes como a Apple e o Facebook, além da compra da fabricante de celulares Motorola Mobility por 12, 5 bilhões de dólares.

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Redes sociais são o conteúdo mais visto em smartphones no Brasil

Uma pesquisa realizada pela IDG apontou que o uso de smartphones, antes associados ao ambiente corportativo, está crecscendo para uso pessoal.

A pesquisa foi realizada em mais de 16 países entre os meses de fevereiro e março e entrevistou quase 14 mil pessoas. Mundialmente, 73% dos participantes da pesquisa revelaram que usam smartphone para fins pessoais e 69% para os negócios. No Brasil, 89,39% dos entrevistados responderam usar smartphones para fins pessoais e 74% para o trabalho.

Quando perguntados quais assuntos eles buscavam no mobile web, 78,3% dos brasileiros informaram acessar redes sociais através de smartphones e 76,7% procuram notícias. Mais de 84% dos brasileiros navegam na internet, desses 74,6% navegam diaraimente e 71,7% baixam e usam apps móveis.

 

Fonte: IDG Now

iPhone VS Android

Está na dúvida entre um smartphone Android e um iPhone? O aparelho da Apple é um dos mais vendidos do mundo, mas entre os smartphones, o sistema Android tem feito muito sucesso.

Veja esse infográfico que compara os prós e os contras dos dois concorrentes do mercado de telefonia móvel.
Qual você prefere?

Fonte: Infographic Labs