Hackers faturam encontrando falhas em iPhone e outros serviços

Ao que tudo indica, apesar de ser cobiçado por muitos, o iPhone pode apresentar alguns problemas. O hacker denomidado como “Grugq” teria negociado com a Apple para mostrar e vender vulnerabilidades dos sistemas e aplicativos, ficando com 15% do valor da venda como comissão.

“Grugq” é também uma espécie de mediador entre outros hackers e agências e empresas que trabalham com o governo. As vulnerabilidades encontradas e comercializadas não são comunicadas às empresas que desenvolvem o software. Isso garante que a falha permaneça por mais tempo sem uma devida correção, o que viabiliza invasões em sistemas que utilizem os softwares.

As falhas encontradas em produtos da Apple e, principalmente, no iPhone são as mais caras do mercado. De acordo com um levantamento feito pela Forbes, problemas com o iPhone podem custar entre US$ 100 mil e US$ 250 mil, enquanto os do Adobe Reader, por exemplo, valem de US$ 5.000 a US$ 30.000.

Apesar de ser um serviço bastante requisitado, o comércio de vulnerabilidades do sistema é um tema polêmico entre os especialistas. O Google também é reconhecido por utilizar este tipo de recurso para encontrar falhas, enquanto a Microsoft se recusa.

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Chrome se torna navegador líder pela primeira vez

O navegador Chrome, do Google, atingiu o posto de navegador mais acessado pela primeira vez, no último domingo (18), segundo dados divulgados pelo grupo StatCounter. Este é um marco na história da internet. Apesar de ter sido por apenas um dia, o navegador conseguiu superar o tradicional Internet Explorer, da Microsoft.

O Chrome teve o seu ápice com uso de 32,7%, enquanto o Internet Explorer teve participação de 32,5%. No dia seguinte, a situação já havia se “normalizado”, e o navegador da Microsoft voltou a possuir 35%, em comparação aos 30% do Google. Em termos mensais, a participação do Chrome subiu para 31%, em março, ante os 17% de crescimento referente ao mesmo período do ano passado.

Ainda não é possível determinar se o Chrome irá superar os outros navegadores, mas, com certeza, é possível prever seu crescimento gradativo e constante. A StatCounter diz que suas estatísticas são baseadas em dados coletados em uma amostra superior a 15 bilhões de “page views” por mês, a partir de uma rede de 3 milhões de sites.

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Facebook deve lançar próprio navegador


A informação que está rolando em fóruns e blogs especializados em social media não foi confirmada pelo Facebook, mas faz muito sentido.
Um artigo publicado por Gilad Avidan, colunista do site smorepages.com, levanta a possibilidade do futuro projeto. De acordo com o texto de Gilad, antes o Facebook se preocupava em expandir o seu número de usuários. O objetivo com o novo projeto é ter usuários cada vez mais engajados.
O navegador da rede social de Mark Zuckerberg seria o início de um longo caminho para resolver o problema da divulgação de informações sobre as atualizações da rede aos usuários. Nesse navegador, eles poderiam ter acesso mais dinâmico aos posts compartilhados, por exemplo.
Dessa vez, parece que é Mark quem quer fazer algo genérico, um navegador com as ferramentas de compartilhamento similar ao Chrome, do Google. Se o projeto vingar, as buscas feitas pelo navegador poderiam alcançar até mesmo resultados dentro das redes sociais.
Fonte: Smorepages

Microsoft premiará caçadores de bug

A Microsoft lançou no último dia 4/08 um concurso bem polêmico. A empresa quer recompensar caçadores de bugs, aqueles erros que acontecem em momentos inesperados após o microcomputador encontrar algum erro de script, por exemplo. O valor do prêmio? US$ 250 mil para os pesquisadores que desenvolverem tecnologias de segurança que lidem com classes inteiras de explorações (exploits).

A premiação, chamada “BlueHat Prize”, supera qualquer recompensa para caça de bugs oferecida pelos rivais da Microsoft, como o Google, que tem a mesma ação para bugs do Chrome. A Microsoft lançou o BlueHat Prize na conferência hacker Black Hat, que acontece em Las Vegas.

Será que a política da Microsoft está mudando?

Fonte: IDG Now

Google registra lucro de US$2,5 bi no segundo trimestre

Mais de 2,5 bilhões de dólares no segundo trimestre de 2011. Esse foi o lucro anunciado pelo Google na última sexta feira, 15. O valor é 36,1% superior ao registrado no mesmo período de 2010.

O cofundador e presidente da empresa, Larry Page, considera o valor do faturamento entre Abril e Junho (mais de US$9 bilhões) “recorde” para o período. Os custos por clique subiram 12% em relação ao mesmo trimestre de 2010, e 6% em relação ao primeiro trimestre deste ano. Os valores provocaram alta de 12,3% nas ações da empresa na Bolsa de Valores.

Segundo Page, o crescimento também está entre os mais de 135 milhões de smartphones e tablets com sistema Android ativados (como Motorola e Samsung), além dos 160 milhões de downloads do navegador da Google, o Chrome.

O Google tem mais de 28 mil funcionários espalhados pelos quatro continentes.

 

Fonte: Meio&Mensagem