Está nascendo uma nova tendência no comércio eletrônico?

Alguns empresários e investidores acreditam, cada vez mais, que o comércio eletrônico, por meio da rede social Facebook, será capaz de concorrer com Amazon.com e eBay. Por isso, empresas americanas iniciantes estão desenvolvendo novas maneiras de convencer os usuários do Facebook a usar a rede social para fazer compras.

Para que esse processo aconteça de maneira eficiente, essas empresas iniciantes, que contam com o apoio do capital de investidores, estão criando aplicativos de compras, organizando vendas caseiras e testando novos modelos de negócios no Facebook.

“O comércio eletrônico é uma categoria grande e com ventos favoráveis, e entrar nesse segmento é um passo natural para o Facebook, disse Sam Schwerin, da Millennium Technology Value Partners, que detém ações do Facebook e investiu na BeachMint.

No final do ano de 2011, o Facebook tinha 845 milhões de usuários ativos ao mês, superando a marca de 164 milhões de usuários da Amazon e os 110 milhões do eBay.

Basta saber, agora, como as empresas farão para conquistar clientes no Facebook, uma vez que, seus usuários fazem uso da rede para conexão com amigos e não como recurso de compras online. A grande prova dessa dificuldade são as grandes redes de varejo americanas, J.C. Penny, Gap e Nordstrom, que criaram lojas no Facebook e as fecharam por poucas vendas.

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Google indica mudança no ambiente tecnológico

Um dia após apresentar certos problemas em seus resultados, o gigante da Internet, Google, teve queda de 8% em suas ações e não alcançou suas metas em termos de faturamento, o que evidenciou, ainda mais, seus esforços acelerados para encontrar espaço nos mercados móveis e de redes sociais.

Investimentos no software móvel Android e na rede social Google+, semelhante ao Facebook, representam oportunidade essencial de crescimento para a companhia, no futuro. Mas Wall Street ainda está tentando compreender seu impacto de longo prazo sobre o negócio do Google.

A rede social Google+, recentemente lançada pela companhia, tem 90 milhões de usuários no momento, ante 40 milhões há três meses. A plataforma móvel Android mais usada do mundo, à frente do iOS, da Apple, sendo um importante acesso dos consumidores a diferentes serviços do Google, e elevando o número de pessoas que veem os anúncios veiculados pela empresa.

No entanto, o valor recebido pela publicidade destinada a aparelhos móveis,em curto prazo, parece ser menor que o pago pela publicidade veiculada em seu serviço de buscas convencional. Além disso, segundo os resultados apresentados na sexta-feira, o custo por clique (CPC) – ou seja, o valor pago pelos anunciantes quando um usuário clica em anúncios vinculados a resultados de buscas – caiu pela primeira vez em dois anos, apesar do recorde atingido pelo comércio eletrônico nos Estados Unidos durante a temporada de fim de ano.

O presidente do conselho e vice-presidente de investimento da Jacob Funds, que detém ações do Google, Ryan Jacob, relata que seria relevante estudar melhor o efeito de um aumento na proporção das buscas do Google conduzidas via aparelhos móveis .“Eles não vêm obtendo o mesmo tipo de preços do lado móvel que costumam obter nas buscas em computadores”, disse Jacob.

A grande preocupação dos investidores deve-se a o fato dos pesados investimentos do Google em iniciativas móveis e de redes sociais para enfrentar concorrentes como a Apple e o Facebook, além da compra da fabricante de celulares Motorola Mobility por 12, 5 bilhões de dólares.

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Google Shopping chega ao Brasil

Ao procurar um produto no serviço de buscas do Google, você percebeu alguma alteração na ordem dos resultados ou nas propagandas que aparecem na página principal? Se sua resposta foi sim, você está certo. O Google Shopping, serviço de indexação de produtos, chegou ao Brasil.
Ao buscar por um produto, o usuário verá os resultados da pesquisa na própria página de busca do Google, que mostrará, ainda, as lojas mais próximas de sua localização. O Google Shopping compara preços de produtos oferecidos em sites de comércio eletrônico de todo o Brasil. O cadastro é gratuito para os varejistas.
Para o público que se identificar com o serviço do Google, o sistema permite ao usuário consultar o preço parcelado para os produtos que quer comprar. Segundo a companhia, o Google Shopping tem mais de 1 bilhão de itens na sua base e é o maior indexador de produtos no mundo.
Fonte: IDN Now!