Brasil registra 40 milhões de acessos de banda larga móvel, em 2011

40 milhões de acessos, esse foi o número de acessos de banda larga móvel atingido no Brasil em 2011, gerando um crescimento de 130% em relação ao de 2010. Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o Brasil tinha até novembro 38,9 milhões de assinantes de 3G, sendo que 19,4 milhões aderiram ao serviço este ano. Desse total, cerca de 7,6 milhões acessam 3G via modem e 31,3 milhões por celular.

Ao somar com o 3G, a banda larga no país passou dos 55 milhões de acessos em novembro, registrando um crescimento de 68% nos últimos 12 meses.

Ampliação de redes e redução dos preços dos smartphones impulsionam o crescimento da banda larga móvel no Brasil.

A expectativa das teles e do governo federal é que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) ajude a impulsionar essa oferta em 2012, enquanto os usuários esperam planos a preços mais acessíveis e conexões de qualidade.

O ano do comércio online brasileiro

As empresas do setor de compras coletivas mostraram seu poder durante o ano de 2011. O boom do e-commerce brasileiro trouxe à tona consumidores ávidos por comprar produtos e serviços com descontos de uma maneira que nunca imaginamos. Se há alguns anos, ouvíamos a frase “Vai demorar para as pessoas comprarem pela Internet”, acompanhamos ao vivo a quebra desse tabu.

Mas, qual é o real cenário do varejo online brasileiro? Ao longo do ano, observamos o fenômeno dos sites de compras coletivas e e-commerce’s crescerem absurdamente, criando uma certa saturação do mercado. No entanto, nos deparamos com um quadro de “saturação X crescimento”, pois, se por um lado o mercado parece ter mais do mesmo, sem espaço para novos projetos, por outro, algumas empresas contrariam essa premissa e expandem seu setor. E que empresas são essas, que encontram um público que consome e se torna cada vez mais fiel? São os sites segmentados, como pet shops, serviços hoteleiros, de cursos e sites com ofertas de produtos e serviços regionais, que crescem com seu público delimitado. Um tiro certeiro!

Em junho de 2011, o mercado online brasileiro tinha 1.890 sites de compras coletivas e 73 sites agregadores de ofertas, somando 1.963 portais (levantamento do site Bolsa de Ofertas). O estudo apontava um aumento de 84% em relação a fevereiro. Atualmente, 39% dos sites de compras coletivas estão fora de operação.

Alguns especialistas acreditam que os pequenos não sobreviverão, a menos que sigam o modelo de segmentação do serviço (aparentemente, é a melhor aposta para conquistar uma boa posição no mercado).

As mudanças devem ocorrer agora, depois da consolidação de um cenário bem novo. Alguns gigantes das compras coletivas, como o Groupon, abriu o mercado que reuniu US$ 700 milhões de investimento para a companhia. Esse resultado foi extremamente animador, visto que em setembro deste ano o grupo divulgou prejuízo líquido de US$ 214,5 milhões nos três primeiros trimestres de 2011.

Fato é que o ano de 2012 promete ser um ringue para esses players. Atualmente, são 17 milhões de pessoas cadastradas em sites de compras no Brasil, segundo levantamento nacional do Ibope Nielsen Online, realizado em maio deste ano. Além do fator “número de cadastros desatualizado”, devemos levar em consideração dois outros fatores extremamente relevantes: menos da metade da população brasileira tem acesso à internet banda larga e, dos que tem acesso, 80% dos usuários não adquirem bens pela web porque não acham seguro ou têm receio quanto a qualidade do produto (InfoMoney).

O grande álibi do comércio online tem sido as redes sociais. O compartilhamento das redes é uma espécie de boca a boca da web. O engajamento dos usuários, dos fãs das páginas e as indicações de produtos e serviços viralizam as ofertas de forma explosiva. Outro passo importante é a tendência das lojas virtuais do Facebook, o social commerce, um canal que permite maior interatividade dos parceiros das empresas com seus potenciais consumidores. Já o Mobile commerce deve aguardar alguns meses, pois depende da telefonia móvel 3G do país, uma das piores do mundo, com baixa qualidade e poucos usuários.

A Media Factory quer saber: quais são os caminhos que o comércio online brasileiro pode tomar? Deixe sua opinião!

Com informações das revistas Exame, Info e InfoMoney.

Google+ atinge 10 milhões de usuários

Enquanto o Facebook e o Twitter demoraram anos para chegar aos 10 milhões de usuário, o Google+ cresceu de uma forma surpreendente. Em apenas 16 dias a rede social do Google atingiu essa marca de usuários.

Vale lembrar que o Facebook e o Twitter começaram do zero, enquanto o Google já é uma gigante mundial.

O gráfico abaixo compara o crescimento das três redes sociais.

Você acha que o Google+ consegue concorrer com o Facebook e o Twitter?

 

Fonte: The Next Web

E-commerce brasileiro em 2010 – Infográfico

Há algumas semanas, o Mundo do Marketing divulgou um infográfico com dados curiosos e importantes a respeito do E-commerce em 2010.

De acordo com as informações coletadas, o mercado faturou R$ 14,8 bi durante o ano passado e reuniu 23 milhões de compradores no país.

Além de dados mercadológicos, o infográfico releva também dados relacionados ao crescimento das compras realizadas por mulheres, sobre a alta nas compras em datas sazonais, os sites mais relembrados e a estimativa do faturamento para este ano.

Confira o infográfico na íntegra:

Você faz compras on-line? Deixe um comentário com sua opinião a respeito do E-commerce brasileiro!

Fonte: Mundo do Marketing

Internet no Brasil é lenta e cara, diz Idec.

Já é fato que a Internet está crescendo no Brasil, entretanto ainda precisamos melhorar a conexão. Um estudo comprovou que a Internet no Brasil é cara e lenta. A conclusão é do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O estudo procurou constatar o valor e a velocidade dos serviços de Internet Banda Larga oferecidos por empresas de telefonia, com base nas informações disponíveis nos sites de cada empresa, dos contratos e nos Serviços de Atendimento ao Consumidor.

A conclusão foi que nenhuma das empresas garante a entrega da velocidade ofertada, e que o consumidor, ao contratar os planos de velocidades inferiores, acabam pagando muito mais caro pelo megabit. Para o Idec a falta de concorrência é uma das principais responsáveis por esse cenário.

O fato de se ter uma Internet lenta e cara precisa ser mudado, principalmente quando se pensa em universalizar o uso da Internet. Essa mudança é necessária para que todas as pessoas, independente da condição socioeconômica ou da localidade, tenham acesso a um serviço de banda larga de qualidade.

Esse descumprimento da oferta dos serviços de banda larga, as cláusulas contratuais abusivas e a propaganda enganosa já são alvo de Ação Civil Pública (ACP), movida pelo próprio Idec contra os principais vendedores do serviço. Enquanto aguarda-se julgamento, está vigente liminar que obriga essas empresas a veicular, em toda publicidade de banda larga, um alerta que explica que a velocidade divulgada é apenas a máxima virtual alcançada. A ordem judicial garante ainda que o consumidor possa rescindir o contrato, sem ônus em caso de má qualidade do serviço.