Aprenda, passo a passo, como monitorar as redes pelo Google Analytics

Muito mais importante do que fazer parte de uma rede social é saber monitorá-la. Fazer a análise de tráfego do Facebook, Twitter e Google+ pode ser muito simples, por meio da ferramenta Google Analytics.

A primeira etapa é se cadastrar no Google Analytics, isso pode ser feito da sua própria conta do Gmail (basta acessá-la e depois clicar na ferramenta). O próximo passo é saber calcular quantas visitas se recebeu. Para isso, vá até a sessão “Fontes de Tráfego”, selecione “Fontes” e depois “Todo o Tráfego”. A partir deste recurso, você poderá contabilizar a lista de todos os sites que redirecionaram internautas para a sua página.

O passo seguinte é identificar as redes sociais presentes na lista. Os termos “twitter.com”, “t.co”, “hootsuite”, “tweetdeck” e “bit.ly”, por exemplo, se referem ao Twitter. Após isso, crie um “grupo de tráfego”. (Clique nas opções avançadas do Google Analytics e em “Novo Segmento Personalizado”).

Você pode fazer quantas listas quiser, de acordo com os seus visitantes e com as redes sociais com as quais sua empresa trabalha (Google+, LinkeIn, Delicious, Youtube, Flickr, MySpace, Tumblr e outros).

Lembrando que o serviço é disponibilizado gratuitamente para os usuários, no entanto, com uma equipe especializada, que cria relatórios e possui maior experiência com a ferramenta, é possível aproveitá-la muito mais e otimizar as campanhas.
A Media Factory possui vasta experiência com o Google Analytics. Para maiores informações, acesse: http://www.mediafactory.com.br/2010/?p=185

Fonte

Brasil aumenta uso das redes sociais para fins comerciais

Uma pesquisa encomendada pela Unisys sobre o fenômeno da “Consumerização de TI” no Brasil indica que 34% dos brasileiros entrevistados afirmam utilizar o Facebook para trabalho, ante 16% dos consultados no último ano.

Ainda sobre o Facebook, o Brasil lidera a lista dos países em que os funcionários acessam o site, pelo menos uma vez por dia, para fins corporativos e pessoais: 58,8% dos brasileiros entrevistados disseram navegar na rede social com essa frequência.

Segundo a pesquisa, 19,7% dos brasileiros afirmam ter uma página em outro serviço que não Facebook ou MySpace. Nos EUA, apenas 7,2% dos entrevistados afirma possuir uma página utilizada para fins corporativos no Facebook ou no MySpace. O LinkedIn também mostra aumento nos acessos no Brasil: em 2010, 28% dos brasileiros disseram usar o site, enquanto em 2011 esse número subiu para 35%.

No Twitter, 25% dos entrevistados afirmaram usar o microblog para uso pessoal e profissional. No Brasil, o Twitter é mais usado do que nos outros oito países onde a pesquisa foi realizada. De acordo com a pesquisa, 37% dos brasileiros disseram navegar no microblog pelo menos uma vez por dia. O segundo país do ranking que aponta essa prática é a Austrália, onde 13,3% dos entrevistados afirmaram acessar o Twitter pelo menos uma vez ao dia.

Fonte: Convergência Digital

Exército americano usa as redes sociais para recrutar jovens

Para se aproximar dos jovens norte-americanos e recrutar novos soldados, o Exército dos Estados Unidos está usando as redes sociais.

 

Diferentemente do Brasil, nos Estados Unidos o serviço militar não é obrigatório. Por ser facultativo, o serviço militar norte americano permite ao jovem cursar uma universidade com custos reduzidos. Além das redes sociais, a televisão também é utilizada para captar jovens para o serviço militar em horários publicitários para propaganda.

 

Um dos motivos para eles investirem nas redes sociais é o reconhecimento de que os jovens que ainda assistem TV nos Estados Unidos “pulam” os comerciais, através do recurso do TiVO. Outro fator importante é que esses jovens de hoje fazem parte da “geração multitarefa” – uma delas seria usar o Twitter ou Facebook enquanto assistem TV.

 

As plataformas escolhidas para o projeta incluem um canal do Youtube, uma conta do Twitter e uma página no MySpace, além do Facebook.

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/05/exercito-americano-usa-redes-sociais-para-recrutar.html