Twitter é a rede social que mais gera buzz em 2011

O microblog mais famoso do mundo lidera uma lista anual das redes sociais que mais geram buzz, à frente do LinkedIn e Youtube.

O ranking foi produzido pela agência de marketing digital Zeta Interactive e mede o número de menções em mais de 200 milhões de blogs, mídias sociais e mensagens on-line, além do feedback positivo-negativo. Os dados são coletados desde janeiro de 2011 e foram divulgados nesta semana.

“2011 é o ano do Twitter“, afirma Minna Rhee, a CEO da Zeta Interactive, em entrevista ao portal Mashable. Segundo Minna, o Twitter tem características peculiares para compartilhamento de informações culturais, de ‘notícias quentes” e celebridades.

Já o Facebook, maior rede social do mundo, aparece em quarto lugar. A rede gera um buzz negativo, o Zeta Buzz, com apenas 70% de discussão considerada positiva. Em segundo lugar, está o LinkedIn, que apenas aparece nessa posição porque o foco está no mercado de trabalho (e a maioria dos usuários de redes sociais quer ficar conectado a partir de uma perspectiva pessoal).

O Youtube (terceiro lugar) e o Flickr (oitavo), que em 2010 ficaram em primeiro e segundo lugar, respectivamente, estão em declínio. Já a nova rede social do Google aparece apenas em 12ª posição. Embora tenha sido lançado no meio do ano, o Google+ teve 89% de menções positivas – isso mostra que 2012 deve ser o ano do Google+ .

Abaixo, a tabela dos 10 primeiros colocados no índice Zeta. Qual rede social deve ter sua ascensão em 2012? Deixe seu comentário!

Fonte: Mashable

O ano do comércio online brasileiro

As empresas do setor de compras coletivas mostraram seu poder durante o ano de 2011. O boom do e-commerce brasileiro trouxe à tona consumidores ávidos por comprar produtos e serviços com descontos de uma maneira que nunca imaginamos. Se há alguns anos, ouvíamos a frase “Vai demorar para as pessoas comprarem pela Internet”, acompanhamos ao vivo a quebra desse tabu.

Mas, qual é o real cenário do varejo online brasileiro? Ao longo do ano, observamos o fenômeno dos sites de compras coletivas e e-commerce’s crescerem absurdamente, criando uma certa saturação do mercado. No entanto, nos deparamos com um quadro de “saturação X crescimento”, pois, se por um lado o mercado parece ter mais do mesmo, sem espaço para novos projetos, por outro, algumas empresas contrariam essa premissa e expandem seu setor. E que empresas são essas, que encontram um público que consome e se torna cada vez mais fiel? São os sites segmentados, como pet shops, serviços hoteleiros, de cursos e sites com ofertas de produtos e serviços regionais, que crescem com seu público delimitado. Um tiro certeiro!

Em junho de 2011, o mercado online brasileiro tinha 1.890 sites de compras coletivas e 73 sites agregadores de ofertas, somando 1.963 portais (levantamento do site Bolsa de Ofertas). O estudo apontava um aumento de 84% em relação a fevereiro. Atualmente, 39% dos sites de compras coletivas estão fora de operação.

Alguns especialistas acreditam que os pequenos não sobreviverão, a menos que sigam o modelo de segmentação do serviço (aparentemente, é a melhor aposta para conquistar uma boa posição no mercado).

As mudanças devem ocorrer agora, depois da consolidação de um cenário bem novo. Alguns gigantes das compras coletivas, como o Groupon, abriu o mercado que reuniu US$ 700 milhões de investimento para a companhia. Esse resultado foi extremamente animador, visto que em setembro deste ano o grupo divulgou prejuízo líquido de US$ 214,5 milhões nos três primeiros trimestres de 2011.

Fato é que o ano de 2012 promete ser um ringue para esses players. Atualmente, são 17 milhões de pessoas cadastradas em sites de compras no Brasil, segundo levantamento nacional do Ibope Nielsen Online, realizado em maio deste ano. Além do fator “número de cadastros desatualizado”, devemos levar em consideração dois outros fatores extremamente relevantes: menos da metade da população brasileira tem acesso à internet banda larga e, dos que tem acesso, 80% dos usuários não adquirem bens pela web porque não acham seguro ou têm receio quanto a qualidade do produto (InfoMoney).

O grande álibi do comércio online tem sido as redes sociais. O compartilhamento das redes é uma espécie de boca a boca da web. O engajamento dos usuários, dos fãs das páginas e as indicações de produtos e serviços viralizam as ofertas de forma explosiva. Outro passo importante é a tendência das lojas virtuais do Facebook, o social commerce, um canal que permite maior interatividade dos parceiros das empresas com seus potenciais consumidores. Já o Mobile commerce deve aguardar alguns meses, pois depende da telefonia móvel 3G do país, uma das piores do mundo, com baixa qualidade e poucos usuários.

A Media Factory quer saber: quais são os caminhos que o comércio online brasileiro pode tomar? Deixe sua opinião!

Com informações das revistas Exame, Info e InfoMoney.

Facebook prepara ferramenta que mede feedbacks negativos

O Facebook está desenvolvendo uma nova métrica dentro do Facebook Insights. Dessa vez, a ferramenta deve analisar os feedbacks negativos dos usuários sobre os posts publicados na rede social.

A ferramenta deve possibilitar ao administrador da página que veja quantos usuários ocultaram essas postagens de suas respectivas timelines, ou até mesmo quantos deram um feedback negativo nas notícias que você publicou.

Essa é uma informação muito relevante para as páginas de empresas que usam o Facebook para divulgação de conteúdo. Com esses dados, os responsáveis pelo gerenciamento de informações em mídias sociais não só poderão analisar o nível de aprovação de um conteúdo entre os usuários, mas também adicionar em suas estatísticas o índice de rejeição desse mesmo conteúdo, que é algo igualmente relevante para análise do conteúdo publicado.

A métrica de feedbacks negativos ajudará os redatores e gerentes na mudança dos assuntos, abordando os que mais interessam ou repelem seu público. A ferramenta não está disponível para todos e ainda não há previsão de data para lançamento.

Fonte: TechTudo

Quatro habilidades que editores humanos fazem melhor que os algoritmos (ainda)!

Os algoritmos estão cada vez mais poderosos, conseguindo quase ultrapassar as habilidades humanas. Quase, pois isso ainda não é possível, uma vez que as habilidades humanas ainda conseguem superar as habilidades dos sistemas. Veja quatro habilidades que os editores humanos ainda fazem melhor do que as máquinas.

Antecipação. Como é possível constatar, os algoritmos de sites como Technorati e MediaGazer são muito bons em descobrir o que a internet está abordando no momento. Porém, eles não são nada bons em prever o que vai estar “em alta” amanhã. A inteligência artificial ainda não consegue detectar que hoje a notícia é o Obama no Oriente Médio, mas amanhã isso não estará mais no dia dia das pessoas.

Panorama geral. Um jornal faz um trabalho pesado e eficiente para colocar em sua primeira página os principais assuntos do dia de maneira organizada e que faça sentido. Ou seja, a primeira página tem um sentido, uma representatividade, a primeira página é um mapa do mundo de notícias. Os algoritmos não conseguem essa eficiência, pois você recebe as notícias que mais te interessam, mas sem identificar uma relação em todas elas.

Importância social. Um estudo recente descobriu que as notícias sobre a Apple são mais procuradas no Google do que as notícias sobre o Afeganistão. Para os algoritmos isso é um sufoco, uma vez que as pessoas clicam mais nas notícias sobre a Apple, mascarando os problemas do mundo. Talvez seja hora do Facebook colocar um botão de “importante” ao lado do botão “curtir”.

Emparelhamento. A grande mídia possui a habilidade de integrar e misturar as notícias, colocando-as em um contexto único e de fácil compreensão. Já os algoritmos são muito desajeitados em relação a essa organização e integração, pois não têm um senso para julgar quais notícias e histórias devem seguir juntas, formando um contexto coerente.

Fonte

Jornais estão em crescimento nos países emergentes

Uma pesquisa da Economist trouxe um infográfico sobre a indústria de notícias, mostrando que a internet virou “de ponta-cabeça, tornando mais participativa, diversificada e politicamente engajada”.

A revista volta atrás no seu anúncio que fez há cinco anos, no especial “Quem matou o jornal?”.
Para se retratar, o especial “Como os jornais estão se saindo: algumas dificuldades locais” diz que a pergunta foi “prematura”. Segundo a matéria, os jornais passam por uma transição, alguns momentos difíceis com a adaptação da nova linguagem menos linear e mais hipertextual, principalmente na Europa e nos EUA – e esse declínio será de longo prazo. Porém, nos mercados emergentes, como Índia, China e África do Sul, o crescimento dos jornais é quase assustador.

Vale dar uma olhada nesse gráfico e entender melhor qual a situação atual da indústria de notícias ao redor do mundo.

Fonte: Folha.com

Infográfico: Internet no Brasil

O site OJornalista.com elaborou um infográfico recheado de informações a respeito do comportamento dos brasileiros em relação a internet no ano de 2010. Os dados de base foram retirados do Censo 2010 e da Ibope Net Ratings.

Confira o infográfico, informe-se e mate sua curiosidade a respeito de tudo que se relaciona a utilização da Internet pelo povo brasileiro!

As últimas novidades de Redes Sociais: Facebook, Twitter e MySpace

Após o lançamento do Jumo, hoje vamos falar sobre os principais tópicos que marcaram as últimas semanas nas redes sociais tanto em novidades quanto em fatores isolados e situações inusitadas.

Facebook:

A rede está chegando cada vez mais perto de comprar a palavra “Face”. Com o sucesso indiscutível, parece mesmo que o Facebook está entrando para a história em diversos segmentos.

O Facebook já tenta a algum tempo registrar a palavra “Face” como marca, mas o UP Patent Office aceitou a compra oficialmente durante a última semana. A posse da palavra se aplica ao ramo de telecomunicações, incluindo chats on-line, e boletins eletrônicos relacionados ao setor de entretenimento e interesses gerais dos usuários.

Em relação aos aplicativos e ferramentas do Facebook, o destaque da última semana foi o Phrases, que substituiu o Farmville e passou a ser o aplicativo com maior atividade mensal da rede nos Estados Unidos.

O aplicativo “Phrases” (em português “Frases”), trata-se de uma ferramenta que gera diversos tipos de frase em diferentes tipos de segmento. As frases podem ser geradas para o próprio dono do perfil ou com interação aos amigos. Ao curtir o aplicativo, o usuário pode optar pelo tema de frase que ele quer gerar – é importante lembrar que as frases são sorteadas e a publicação é opcional. Veja um screenshoot do aplicativo:

E que tal chegar bem pertinho de uma das idéias que venceram o nosso Concurso Cultural? Pois é, parece que o chat de audio e vídeo do Skype pode invadir o Facebook muito em breve.

De acordo com uma nota publicada no site Mashable, uma desenvolvedora de aplicativos do Facebook, a Tal Ater, especula inserir um “VideoChat” no código do Facebook.

O site divulgou ate uma suposta imagem do serviço:

Twitter:

Em matéria publicada no site Penn Olson, tudo indica que o Twitter tem novos planos de adicionar um canal de notícias oficial na rede. O co-fundador, Biz Stone informou a Reuters que existem planos de implantar uma rede de notícias com vínculo a canais informativos já existentes.

A ferramenta funcionaria de forma similar ao EarlyBird (relembre), que reuniu até o momento um número superior a 200 mil seguidores.

A informação passada por Stone incluiu ainda que a rede de notícias seria aberta, permitindo expectativas de que Blogs poderão ter uma participação na ferramenta, e porque não?

MySpace:

O MySpace apresentou nova estratégia, excluindo a ex-rede da lista de redes sociais e procurando um novo nicho. Após a derrota do MySpace na briga contra o gigante Facebook ser confirmada, ficou claro que uma nova estratégia deveria ser tomada.

O nicho do MySpace se deslocou de “rede social” para “rede de entretenimento”, e o objetivo da rede agora é conectar os usuários com seus programas de TV favoritos, filmes, música e celebridades, abandonando a idéia inicial de conexões pessoais.

Após diversas pesquisas (sem precisar de tanto esforço), o MySpace percebeu que a queda fatal de usuários e interações se devia a forte preferência ao Facebook. Ao MySpace agora, resta torcer para que o gráfico se estabilize e em um futuro talvez um pouco longe, se renda a nova estratégia.

Veja o gráfico de queda da rede e assista ao vídeo promovendo a nova proposta do MySpace:

 


 

Fonte: Penn Olson