Aplicativo ajuda a encontrar Iphone, mesmo o aparelho estando sem bateria


Todo mundo já passou por aquele fatídico momento de perder ou esquecer onde colocou o celular. Na tentativa de ajudar os esquecidos de Iphones, foi disponibilizado no iTunes o aplicativo Las Alert Pro, que encontra o aparelho até mesmo sem bateria.

O aplicativo custa US$ 1,99 e tem três funções muito interessantes: a primeira é a de notificações por som. A segunda funcionalidade é um alerta por e-mail, que mostra, constantemente, as coordenadas do GPS do seu iPhone, revelando aonde o aparelho “foi visto” pela última vez. Para finalizar, há um rastreamento por bússula. Se você possui um iPad e “perdeu” o seu iPhone, é possível recuperar as informações de rastreamento e as coordenadas de GPS pelo iPad.

Para instalar o aplicativo, basta fazer o download pelo iTunes. O app não precisa funcionar manualmente, basta clicar no ícone Last Alert para o programa funcionar. Clique em “My Settings” para configurar o aplicativo. Mais abaixo, haverá o “Email GPS Location”. Esta função insere os endereços de e-mail para os quais você deseja que a localização de seu iPhone seja enviada quando a bateria estiver acabando. Não é necessário utilizar as três opções. Após isto, é só ir até “Track Device” e clicar em “Test Tracking” para fazer um teste. Então, aparecerá detalhes de longitude, latitude e altitude da localização de seu aparelho, data e hora em que ele foi visto pela última vez e o nível de bateria. Isto permitirá fazer um relatório de uso de seu iPhone.

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Dados pessoais não são revelados na nova política de privacidade, diz Google

No último mês de março, foi alterada a política de privacidade do Google. Segundo o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google do Brasil, Marcel Leonardi, a nova medida não permite que sejam divulgados os dados pessoais de seus usuários.

Nenhuma informação pode ser compartilhada sem a devida autorização do usuário, exceto em casos de cumprimento de ordens judiciais. Ainda de acordo com Leonardi, dentro dos próprios serviços, há a ferramenta “gerenciadores de preferências”, na qual o usuário pode controlar a sua privacidade.

A nova política foi adotada para a unificação dos termos de serviço de todos os produtos do Google, como YouTube, Gmail, Blogger e Google+. A ideia é fazer a coleta de informações pessoais mais transparente, ou seja, as informações coletadas em um dos sites da empresa podem ser compartilhadas pelos demais serviços. Os contatos que o usuário tem no Gmail, por exemplo, aparecem quando ele acessa o YouTube, e vice-versa.

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Está nascendo uma nova tendência no comércio eletrônico?

Alguns empresários e investidores acreditam, cada vez mais, que o comércio eletrônico, por meio da rede social Facebook, será capaz de concorrer com Amazon.com e eBay. Por isso, empresas americanas iniciantes estão desenvolvendo novas maneiras de convencer os usuários do Facebook a usar a rede social para fazer compras.

Para que esse processo aconteça de maneira eficiente, essas empresas iniciantes, que contam com o apoio do capital de investidores, estão criando aplicativos de compras, organizando vendas caseiras e testando novos modelos de negócios no Facebook.

“O comércio eletrônico é uma categoria grande e com ventos favoráveis, e entrar nesse segmento é um passo natural para o Facebook, disse Sam Schwerin, da Millennium Technology Value Partners, que detém ações do Facebook e investiu na BeachMint.

No final do ano de 2011, o Facebook tinha 845 milhões de usuários ativos ao mês, superando a marca de 164 milhões de usuários da Amazon e os 110 milhões do eBay.

Basta saber, agora, como as empresas farão para conquistar clientes no Facebook, uma vez que, seus usuários fazem uso da rede para conexão com amigos e não como recurso de compras online. A grande prova dessa dificuldade são as grandes redes de varejo americanas, J.C. Penny, Gap e Nordstrom, que criaram lojas no Facebook e as fecharam por poucas vendas.

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Hackers faturam encontrando falhas em iPhone e outros serviços

Ao que tudo indica, apesar de ser cobiçado por muitos, o iPhone pode apresentar alguns problemas. O hacker denomidado como “Grugq” teria negociado com a Apple para mostrar e vender vulnerabilidades dos sistemas e aplicativos, ficando com 15% do valor da venda como comissão.

“Grugq” é também uma espécie de mediador entre outros hackers e agências e empresas que trabalham com o governo. As vulnerabilidades encontradas e comercializadas não são comunicadas às empresas que desenvolvem o software. Isso garante que a falha permaneça por mais tempo sem uma devida correção, o que viabiliza invasões em sistemas que utilizem os softwares.

As falhas encontradas em produtos da Apple e, principalmente, no iPhone são as mais caras do mercado. De acordo com um levantamento feito pela Forbes, problemas com o iPhone podem custar entre US$ 100 mil e US$ 250 mil, enquanto os do Adobe Reader, por exemplo, valem de US$ 5.000 a US$ 30.000.

Apesar de ser um serviço bastante requisitado, o comércio de vulnerabilidades do sistema é um tema polêmico entre os especialistas. O Google também é reconhecido por utilizar este tipo de recurso para encontrar falhas, enquanto a Microsoft se recusa.

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Falha de segurança pode comprometer novo sistema iOS

Ao que tudo indica, a maneira como o Safari, navegador padrão do sistema móvel da Apple, abre os sites para o novo sistema do iOS pode gerar complicações para os seus usuários. Isso porque, se o navegador for manipulado da maneira correta, ele poderá abrir uma página falsa e mostrar, na barra de endereços, um site legítimo.

A falha foi descoberta pelo pesquisador David Viera-Kurz, que também criou um site falso para apontar o erro do sistema, a partir de uma página hospedada em seu próprio servidor, que é possível exibir o endereço apple.com.

A nova versão 5.1 do iOS foi lançada no início deste mês. A notificação feita por Viera-Kurz possibilita à Apple fazer as alterações necessárias.

O estudo ainda concluiu que os navegadores do Windows Phone e Android não são vulneráveis a este tipo de falha.

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Google paga US$ 1 milhão para quem achar defeito em novo Chrome

O Google anunciou na última segunda-feira (27) que vai oferecer uma bonificação de US$ 1 milhão para aquele que encontrar falhas no novo Chrome, durante o Pwn2Own. O evento será realizado na próxima semana durante a conferência de segurança de CanSecWest, em Vancouver, no Canadá.

Esta não é a primeira vez que o site de buscas recorre a este tipo de premiação. Além disso, o Google também oferecerá US$ 20 mil para o usuário que encontrar falhas nas plataformas Windows e Flash, em dispositivos de segurança ou qualquer problema de localização que afete os usuários dos navegadores.

De acordo com a companhia, promover este concurso para os hackers é uma maneira de expressar e testar a confiabilidade do Chrome.

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Brasil cai posição no ranking mundial dos países que mais enviam spam

O Brasil é o quinto colocado no ranking mundial de países que mais enviaram mensagens indesejadas (spams) nos últimos três meses de 2011, caindo três posições. A informação é do relatório divulgado nesta quarta (1º) pela AVG Technologies, empresa especializada em segurança.

O primeiro lugar ainda é dos Estados Unidos, detentor de praticamente metade dos spams enviados no mundo, ou seja 45,5%. O Reino Unido passou o Brasil e a Índia, segundo e terceiro lugares na lista passada, e agora está na segunda posição.

No entanto, o relatório liberado pela AVG não indica a razão pela qual o Reino Unido subiu de posição e o Brasil, por sua vez, caiu. O documento apenas relata que, depois da língua inglesa, o português é o idioma mais utilizado nas mensagens de spam, seguido da língua francesa, da língua alemã e da holandesa.

As páginas de internet que escondem códigos maliciosos, conhecidos como Blackhle toolkit, e que permitem a instalação de vários malwares foram as pragas digitais mais utilizadas neste período de análise. Em seguida, encontram-se links contaminados e falsos sites farmacêuticos, que são criados para parecerem legítimos e receberem pedidos online.

O mesmo relatório ainda indica o crescimento de aplicativos maliciosos para celulares, que tiverem 1 milhão de eventos detectados entre outubro e dezembro de 2011.

A chefe de tecnologia da AVG, Yuval Ben-Itzhak, comenta: “Os mesmos truques usados contra computadores estão sendo usados para os celulares. Mas como os celulares estão ligados a sistemas de cobrança, os ganhos podem ser maiores”.

O crescimento do uso de smartphones com sistema Android fez com que o desenvolvimento de pragas que infectam estes aparelhos também aumentasse. No mês de dezembro, 22 aplicativos foram removidos do Android Market. Cibercriminosos usam certificados digitais falsos para rotear informações do celular contaminado, coletando e enviando o maior números de dados do aparelho para um servidor remoto.

Vale ressaltar que, entre os domínios mais usados para envio de spam, estão o Facebook.com, Twitter.com e Gmail.com.

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Os perigos do acesso ao Wi-Fi público

Nos dias de hoje, muitas pessoas utilizam rede sem fio gratuita. Seja em shoppings, aeroportos ou restaurantes, a facilidade desse tipo de conexão atrai muito aqueles que sempre precisam usar a internet, seja para trabalho ou lazer.

No entanto, essa facilidade pode trazer perigosos efeitos colaterais para a privacidade de seus usuários. Isso acontece porque grande parte dos estabelecimentos que disponibilizam essa conectividade não se preocupa com a segurança dos dados das pessoas que usam o acesso, tornado os usuários alvos facéis de pessoas mal intencionadas.

Os ataques através das redes sem fio aparecem de diferentes formas, podendo ser executados até por pessoas sem muito conhecimento em informática

A maneira mais comum de conseguir dados alheios é criar uma rede Wi-Fi falsa, fazendo com que usuários desavisados se conectem a esse servisor e deixe informações importantes. É criada uma espécie de “página clonada” para que o usuário deposite suas informações, sem desconfiar de nada.

Há também um programa chamado Sniffer que intercepta pacotes de dados numa rede, capturando várias informações de diversos computadores de uma rede. Podem ser senhas, conversas ou arquivos baixados no computador.

No Windows e no Linus, os Sniffers são praticamente indectáveis e seus usuários têm muita dificuldade em encontrar esse dispositivo em seus computadores.

Para isso, não há outro caminho. Tenha cuidado e precavenha-se. Abaixo estão algumas dicas de como você deve fazer isso.

- Verifique se a rede sem fio é mesmo a rede oferecida pelo estabelecimento. Em locais como shoppings e aeroportos, qualquer um com um Laptop pode simular uma rede sem fio e criar uma rede duplicada. Vale a pena perguntar para o atendente qual é o nome da rede e conferir com aquela que você está tentando acessar.

- Desabilite os compartilhamentos de arquivos e impressoras, pois eles aumentam as portas abertas em seu computador.

- Verifique se o site realmente é o que parece.

- Digite a senha errada de propósito na primeira vez, se o site não der o erro que você está acostumado, desconfie.

- Evite fazer transações financeiras nesse tipo de ambiente.

- Se você realmente precisa utilizar a internet fora de casa, é recomendável a compra de um Modem 3G.

Fique atento aos seus dados e proteja-se!

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Liquidações na web: conselhos para você comprar sem se preocupar

A comodidade de procurar, escolher e comprar produtos na web, através do e-commerce, nem sempre é uma prática tão segura. Os roubos virtuais já se tornaram comuns, por conta das atraentes e improváveis liquidações, nas quais o usuário não pensa duas vezes antes de clicar e comprar um produto por um preço, muitas vezes, impraticável.

Pensando nisso, a Bitdefender, empresa especializada em soluções de segurança na web, separou alguns conselhos e dicas de como fazer compras na internet de forma segura, principalmente em casos de fraudes, que pegam carona em promoções.

Segundo a empresa, os hackers utilizam as liquidações para atrair os usuários para páginas maliciosas, que podem infectar o computador, e vendem produtos falsos, angariando o dinheiro do cliente, sem entregar nenhum produto. O momento mais oportuno para esse tipo de ameaça é agora, durante as semanas que sucedem a época do Natal.

A empresa recomenda, primeiramente, que se tenha cuidado com telas pequenas de dispositivos móveis, como as dos smartphones, já que as telas menores ocultam parte da URL de sites móveis. Por isso, um endereço pode começar com o nome de uma loja legítima, mas apresenta alguma alteração no final, direcionando o usuário para a página maliciosa.

As mensagens em redes sociais também merecem atenção especial. Assim como acontece com e-mails, esse tipo de mensagem costuma ser spam, então, tenha cuidado ao clicar em links recebidos nesses sites.

Fique atento a promoções com preços surpreendentes ou ofertas fantásticas, elas podem ser uma enrascada. É importante investigar o site, caso você não tenha total confiança nele, e conferir se ele se trata de uma página verdadeira ou maliciosa. Aproveite os comentários de outros usuários para ajudar nessa análise e não deixe de fazer uma pesquisa com o nome da empresa.

A última dica da Bitdefender é focar no cuidado ao fazer compras usando uma rede wi-fi aberta. Apesar de ser muito útil buscar produtos em locais que possuam internet sem fio de forma aberta, a prática pode ser um problema. Por conta da falta de uma chave de segurança, fica fácil para um hacker invadir a conexão e roubar dados, como senhas, usuários e até números de cartões de crédito.

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