Brasileiros preferem redes sociais à TV, diz estudo

Sites de mídias sociais e vídeos online têm mais audiência do que a televisão no Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pela Forrester Research. Atualmente, a web representa 48% da obtenção de informação e entretenimento de seus usuários. Em 2016, a previsão é que seja mais da metade.

De acordo com o levantamento, os brasileiros gastam aproximadamente 23,8 horas por semana na Internet, e assistem apenas 6,2 horas de TV. Durante este período, quase 90% permanece nas redes sociais, sendo 81% no Facebook e 63% no Orkut. O relatório consultou 4.020 pessoas maiores de 18 anos, de 22 cidades brasileiras, com acesso à web.

A tendência não está apenas retida às tentativas do governo brasileiro em disponibilizar internet gratuita (operação Plano Nacional de Banda Larga) para os usuários, mas também por ser uma tendência constante do mercado.

O que as empresas precisam ter em mente é que a internet veio para ficar e as redes sociais são um canal para interagir, atrair e se comunicar com o público. As interações são o melhor feedback que uma marca ou empresa pode ter. A comunicação pela web se torna essencial para humanizar a empresa, que é um dos conceitos básicos pregados pela web 2.0 (participação de todos no processo de interação). Esta é a melhor alternativa para se manter conectado com os internautas e fortalecer a marca/empresa na rede.

É importante frisar que as plataformas sociais permitem que a comunicação na web seja bem maior, e que se teste várias maneiras até encontrar a mais efetiva para o público. O mundo digital pode ser considerando uma alternativa para esta questão, além de também apresenta diversos desafios, já que estar conectado não significa, necessariamente, ter controle sob a marca.

O que é fundamental ter em mente é que a internet e as plataformas para a mesma são uma tendência cada vez mais crescente e mutável. É imprescindível saber trabalhar satisfatoriamente os compartilhamentos de informações na web, especialmente nas redes sociais, onde se encontra o maior número de público específico.

Fonte: Techtudo , Midiatismo

Liquidações na web: conselhos para você comprar sem se preocupar

A comodidade de procurar, escolher e comprar produtos na web, através do e-commerce, nem sempre é uma prática tão segura. Os roubos virtuais já se tornaram comuns, por conta das atraentes e improváveis liquidações, nas quais o usuário não pensa duas vezes antes de clicar e comprar um produto por um preço, muitas vezes, impraticável.

Pensando nisso, a Bitdefender, empresa especializada em soluções de segurança na web, separou alguns conselhos e dicas de como fazer compras na internet de forma segura, principalmente em casos de fraudes, que pegam carona em promoções.

Segundo a empresa, os hackers utilizam as liquidações para atrair os usuários para páginas maliciosas, que podem infectar o computador, e vendem produtos falsos, angariando o dinheiro do cliente, sem entregar nenhum produto. O momento mais oportuno para esse tipo de ameaça é agora, durante as semanas que sucedem a época do Natal.

A empresa recomenda, primeiramente, que se tenha cuidado com telas pequenas de dispositivos móveis, como as dos smartphones, já que as telas menores ocultam parte da URL de sites móveis. Por isso, um endereço pode começar com o nome de uma loja legítima, mas apresenta alguma alteração no final, direcionando o usuário para a página maliciosa.

As mensagens em redes sociais também merecem atenção especial. Assim como acontece com e-mails, esse tipo de mensagem costuma ser spam, então, tenha cuidado ao clicar em links recebidos nesses sites.

Fique atento a promoções com preços surpreendentes ou ofertas fantásticas, elas podem ser uma enrascada. É importante investigar o site, caso você não tenha total confiança nele, e conferir se ele se trata de uma página verdadeira ou maliciosa. Aproveite os comentários de outros usuários para ajudar nessa análise e não deixe de fazer uma pesquisa com o nome da empresa.

A última dica da Bitdefender é focar no cuidado ao fazer compras usando uma rede wi-fi aberta. Apesar de ser muito útil buscar produtos em locais que possuam internet sem fio de forma aberta, a prática pode ser um problema. Por conta da falta de uma chave de segurança, fica fácil para um hacker invadir a conexão e roubar dados, como senhas, usuários e até números de cartões de crédito.

Fonte

Google+ Pages: as páginas para as marcas

A Google lançou oficialmente o Google+ Pages, páginas destinadas para marcas, empresas e organizações, em sua rede social há um mês. Em webconferência através do Webinar, a Google Brasil ensinou como poderão ser criadas as páginas, suas principais características e, claro, como será a relação do Google+ Pages com o Google Search.

Antes de mostrarmos as principais características do Google+ Páginas, falaremos sobre uma das suas melhores sacadas: a “prioridade” nos resultados de busca. A Google lançou uma opção para as empresas incluírem suas páginas do Google Plus nos resultados do buscador, através da “Conexão Direta”, que permite que os usuários alcancem direto da busca à página das empresas. Para ativar esse recurso, basta que o usuário coloque um “+” antes da pesquisa pela marca.

Essa funcionalidade poderá concentrar um enorme número de acessos direto na página oficial da marca no Plus, onde os usuários consumirão o conteúdo postado.

A Media Factory acompanhou a transmissão do Google Brasil e traz as principais dicas para você usar o Google+ Pages:

- Para mudar do perfil para a página, você precisa clicar em “OK” toda vez que estiver conectado. Essa confirmação pretende evitar o problema de postar por uma página diferente ou pelo seu perfil pessoal quando for responder a uma interação em nome de uma página, por exemplo;

- Ainda não é possível personalizar a URL da página, como acontece nas fanpages do Facebook;

- As cinco imagens superiores (em destaque) não são um álbum. São separadas de todo o resto, formando assim a identidade visual da página. Há sites que já cortam a imagem no tamanho certo, como o http://gpluspic.com/banner;

- Os círculos são bons para segmentar a informação. Não é possível uma página adicionar um perfil ativamente, mas se o perfil tiver adicionado a página, é possível fazê-lo em retribuição. Neste momento, pode-se colocar a pessoa em um círculo e depois segmentar os posts enviados. Atualmente, é necessário colocar cada um de forma manual, mas o Google promete ter uma ferramenta automática para isso até o meio de 2012.

- Cada página pode ter em seu círculo até 5.000 pessoas, o que já é considerado um número bem alto para uma marca – normalmente, são os administradores da página ou referências;

- O Hangout, conversa via webcam, permite até 10 pessoas na mesma chamada. Você pode adicionar ou trocar pessoas na conversa, de forma que um Hangout pode durar quanto tempo quiser e ter, como saldo final, quantas pessoas quiser (segundo o Google, a vídeo conferência também pode ser feita via mobile!!!);

- O Google+ Pages não permite a personalização da página com HTML (como as tabs personalizadas do Facebook);

- Não é possível usar APIs para postagem direta na página (portanto, nada de agenciamentos!);

- Não dá para uma página ter diversos administradores, mas o Google promete lançar no começo do ano uma ferramenta exclusiva para isso;

- Cada usuário pode criar até 20 páginas,

- Não dá para colocar Google Analytics na página. É possível apenas conectá-la ao Adwords.

Já criou sua página no Google+? Então acesse https://plus.google.com/pages/create e comece a usar!

Quanto tempo uma página da web demora para carregar?

O infográfico da New Relic analisou 1 bilhão de páginas em uma semana para saber qual é o tempo médio que uma página da web demora para ser completamente carregada. Eis o resultado: 6 segundos, que se tornam uma eternidade nos dias de hoje.

E para o internauta começar a perceber a demora leva apenas 1 segundo. Surpreendente, não?

 

 

Fonte: http://news.cnet.com/8301-13846_3-20072653-62/the-web-is-taking-too-long-infographic/?part=rss&subj=news&tag=2547-1_3-0-20

As redes sociais como armas contra o trânsito

Além da revolução egípcia estruturada principalmente no Twitter, os moradores da cidade do Cairo estão usando as redes sociais muito bem a seu favor.

A capital do Egito tem 20 milhões de habitantes e o principal meio de transporte é o automóvel. Para combater o trânsito caótico da cidade, os motoristas estão usando o telefone celular e principalmente as redes sociais. Os cidadãos publicam informações com a hashtag #cairotraffic e as queixas de milhares de pessoas que enfrentam a desordem das ruas do Cairo podem ser acompanhadas, e assim os motoristas podem optar por rotas alternativas com os melhores caminhos, fugindo dos engarrafamentos.

Através de um aplicativo instalado no telefone, os usuários enviam e recebem mensagens sobre a situação do trânsito no Cairo. Afinal, a capital não tem helicópteros ou câmeras para registrar o tráfego, como em outras metrópoles.

A Bey2ollak lançou o projeto em Outubro de 2010, e no primeiro dia de funcionamento foi computada a participação de 50 mil pessoas.

A ferramenta não resolve o problema do trânsito na capital egípcia, mas é essencial para evitar os grandes engarrafamentos.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5136253-EI12884,00-Web+e+celular+viram+armas+contra+o+caos+do+transito+no+Egito.html

Google Rent: um futuro promissor

O Google Rent é um produto que promete revolucionar o mercado imobiliário. A ideia partiu de dois estudantes brasileiros, Gabriel Kolisch e Isabella Pipitone. O serviço utiliza as funcionalidades do Google Street View para a divulgação de locais disponíveis para locação ou venda.

Os alunos idealizaram toda a mecânica de funcionamento e o layout do Google Rent há poucos meses, depois desenvolveram o vídeo e roteiro em duas semanas.

Como funciona o Google Rent

Uma pessoa disponibiliza um apartamento para locação e linka a oferta através do Google Maps. Quando algum interessado naquela região fizer uma busca pelo Rent, vai receber justamente o apartamento disponibilizado como resultado.

Segundo os estudantes, a ideia foi encaminhada à Google, mas ainda não obtiveram uma resposta da empresa.

Veja o vídeo de divulgação:

 

Fonte: Ad News

Você sabe o que é serviço em “nuvem”?

Nos últimos 20 anos a internet sofreu diversas transformações. A Web passou por provedores gigantes, pesando toneladas e com pouco desempenho até a extensão da rede com o novo endereçamento IPV6, que suporta trilhões de novos dispositivos em rede.

A complexidade tecnológica é tão grande que poucos têm conhecimento sobre como funcionam as novas ferramentas. Uma delas é o serviço de “nuvem” (cloud service), maneira de hospedar sites, aplicativos, documentos e programas na web, em um espaço intangível. As três vantagens de estar na nuvem são: alta disponibilidade, agilidade e flexibilidade. Esses três itens tornam cada vez mais fácil e rápido atender uma demanda cada vez mais flutuante.

A alta disponibilidade acontece com a redundância de equipamentos e fornecedores de tráfego e um monitoramento pró-ativo realizada em tempo integral. A capacidade de expansão dos serviços online requer, além de recursos para investimentos, capacidade de contornar os longos prazos dos fornecedores de infraestrutura. A flexibilidade permite atender uma demanda passageira ou sazonal (como nos casos de promoções, ações, etc).

Algumas empresas já utilizam o serviço em nuvem, como o Google e a Amazon.com. A Apple e a Microsoft também pretendem lançar serviços flutuantes. Fica a dica para quem quer hospedar seu serviço em um lugar que dificilmente vai sobrecarregar devido ao grande número de acessos.

Fonte: http://www.dualteccloud.blog.br/2011/05/19/como-se-faz-uma-nuvem/

Mobile Marketing: Realidade ou Futuro?

Na década de 90 ter um telefone celular era, quase sempre, uma questão de status. O interesse ia muito além da funcionalidade. Os usuários eram poucos e os aparelhos escassos, completamente diferente dos dias de hoje. Ninguém imaginava que o telefone celular se transformaria, em pouco mais de dez anos, em uma ferramenta muito mais abrangente e interessante, ultrapassando os limites da telefonia móvel e se adequando como uma ferramenta multimídia que está revolucionando os hábitos culturais das novas gerações.

A internet móvel e os aplicativos interativos agregados aos cada vez mais modernos aparelhos celulares também mudaram o pensamento corporativo. Hoje, ter um telefone móvel para a grande maioria da população é quase tão essencial quanto ter dinheiro na carteira, ou as chaves para entrar em casa. Ou seja, todos tem ou desejam ter um aparelho celular, o que abre a possibilidade da criação de publicidade sob demanda e ampliar os investimentos em mobile marketing.

Atualmente, o mobile marketing já é uma realidade mundo afora. Americanos, europeus e asiáticos são os que mais se destacam nesse segmento. Uma pesquisa realizada pela Opera Telecom mostrou que a taxa de sucesso de campanhas que utilizam o mobile marketing chega a 25% contra 1,5% dos meios convencionais de marketing. A pesquisa também revela que em um mesmo período de tempo, são enviadas mais mensagens SMS do que e-mails. Além disso, 94% das mensagens são lidas efetivamente e 75% são lidas na hora. A pesquisa ainda sugere que cerca de 66% dos consumidores lembram-se das campanhas de marketing recebidas via mobile, e 36% afirmam consumir produtos caso tenham recebido propagandas no celular.

No Brasil, o mobile marketing ainda está em fase de introdução e testes, começando a mexer com a cabeça das agências de propaganda. Em São Paulo, uma ação do Shopping Vila Olímpia para a campanha de Natal mostrou que criatividade não falta para nossos publicitários. Por meio de uma plataforma que emitia conteúdo para telefones celulares utilizando a tecnologia Bluetooth, o shopping enviou cupons que davam isenção para o estacionamento e ingressos de cinema.

Como podemos ver, o mobile marketing já é uma realidade, mas ainda não teve todo o seu potencial alcançado. Ainda existem muitas possibilidades nesse nicho de comunicação que não foram exploradas e a constante evolução tecnológica deve abrir novas oportunidades. Em um futuro próximo, campanhas com foco inteiramente mobile serão mais comuns. Portanto, é importante que um profissional de marketing digital deve ficar sempre atento às novidades desse segmento.

Web 3.0: Como funcionará a publicidade online nos próximos anos?

Para entender o que é (será) a Web 3.0, precisamos compreender o conceito de Web 2.0. A Web 2.0 representa um avanço nas tecnologias que modificaram o comportamento da sociedade online. Nela, os usuários de internet aprenderam a utilizar com eficiência as ferramentas de busca, encontrando rapidamente qualquer informação, pessoa ou produto com uma simples e rápida pesquisa. A Web 2.0 também é marcada pela era da interação. As redes sociais tornaram-se um canal de comunicação direta e aberta, e ampliaram o compartilhamento de conteúdo, dando a qualquer usuário o acesso à informação.

A Web 2.0 também inovou a publicidade online. Na web, o conceito dos 4Ps (Produto, Preço, Praça e Promoção) criado por Philip Kotler, foi substituído pelo dos 4Es (Entretenimento, Envolvimento, Engajamento e Emoção), criado pela experiência coletiva. Vender um produto ou serviço é mais difícil para as agências, mas o processo de compra precisa ser divertido para os consumidores. As redes sociais tornaram-se um novo canal de suporte para o marketing, permitindo a viralização de campanhas em um curto período de tempo com maior impacto a públicos segmentados.

E como será isso dentro de 5 ou 10 anos? Prever algo sólido para a internet é impossível e ilógico se levarmos em consideração a evolução diária das ferramentas online. Entretanto, existem estudos que apontam uma “previsível” evolução, chamada de Web 3.0. De acordo com essa teoria, haverá um grande salto de sinergia causado pela banda larga, acesso móvel à internet e tecnologia de rede semântica, utilizados ao mesmo tempo de forma inteligente e atingindo resultados mais precisos e maduros. A Web 3.0 tende a organizar e agrupar as páginas por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta. Isso mudará novamente os hábitos de utilização da web, e conseqüentemente a forma de se fazer publicidade.

O marketing online será realizado por demanda, extremamente segmentado, direcionado, e mais inteligente, baseando-se no consumo de informação e interesses individuais de cada usuário. Claro que esses dados são pura especulação e nada precisos. Muita coisa mudará nos próximos meses. Novas ferramentas serão apresentadas e as já existentes serão incrementadas para abranger novas funcionalidades. A única certeza é que precisamos estar cada vez mais antenados e atualizados para acompanhar a evolução e não cair na estagnação. A internet como canal de comunicação de massa já é uma realidade. Cabe a nós adaptar e utilizá-la a nosso favor.