Venda de computadores sofre queda em 2012

Com o crescimento constante das vendas de Androids, iPhones, iPads e smartphones, a venda de computadores pessoais começou abaixo do previsto em 2012. Segundo a consultoria Gartner, a expectativa para este ano é de um crescimento de 4,4%, mas, ainda assim, é menor que a prevista.

O principal motivo para isto acontecer é que o Windows 8 (novo sistema operacional da Microsoft) e os ultrabooks criarão uma oferta empolgante, que deixe os usuários com vontade de comprar.

Outro fator importante para esta mudança na economia é que, antigamente, e-mails, redes sociais e acesso à internet eram de domínio exclusivamente do computador, e agora estão sendo usados em tablets e smartphones.

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Acesso às Mídias Sociais estão mudando hábitos alimentares, diz estudo

Um estudo denominado “Cliques e Desejos” apontou que os hábitos alimentares dos usuários de redes sociais podem estar sendo modificados. De acordo com a pesquisa, 29% dos internautas comem ou bebem alguma coisa quando estão conectados às redes sociais. Fora de casa, a pesquisa apontou que apenas 19% se mantém antenados.

O perfil destes usuários são jovens de 18 a 34 anos. A estimativa é que 32% deles acessem o Facebook ou enviem SMS durante o período de almoço. Uma das justificativas para recorrer as redes durante as refeições é para ficar atento às sugestões e dicas de lugares para ir comer.

O estudo foi realizado com 1.641 consumidores norte-americanos, com idades entre 18 e 64 anos.

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Pesquisa revela que redes sociais serão principal fonte de informação em 2012

Uma pesquisa realizada pela comScore apontou que as redes sociais poderão ser a maior fonte de informação em 2012. Segundo o estudo, cerca de 16% dos minutos gastos na internet, no ano de 2011, eram em sites de relacionamentos.

A amplitude é tão grande que a rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook, recebeu, em média, a audiência de 423 minutos por usuários, apenas no mês de dezembro. O microblog Twitter, por sua vez, teve 37,5 milhões de visitas no mesmo período. O LinkedIn e o GooglePlus tiveram 33,5 e 20,7 milhões, respectivamente.

O Tumblr segue na média de 18,8 milhões, enquanto o Pinterest apresentou um forte crescimento.

Ainda de acordo com o estudo “2012 US Digital Future in Focus”, houve um aumento de 43% na audiência de vídeos online em relação ao ano passado.

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LinkedIn alcança a marca de mais de 7 milhões de usuários no Brasil

O LinkedIn alcançou a marca de mais de 7 milhões de usuários no Brasil. De acordo com a rede social profissional, 1 milhão a mais desde a abertura do escritório da empresa em São Paulo, em novembro de 2011.

Ainda segundo a divulgação, na lista de usuários por capitais, a liderança é de São Paulo, com 1,5 millhão, seguida pelos 492 mil do Rio de Janeiro. Belo Horizonte possui 215 mil, Porto Alegre 170 mil, Curitiba 155 mil e Brasília e Manaus, 114 mil e 35 mil, respectivamente. No balanço mundial, o site conta com 150 milhões de pessoas cadastradas.

O LinkedIn teve receita de US$ 167,7 milhões, um aumento de 105% em relação ao mesmo período do ano passado.

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Entenda como funciona o IPO do Facebook

A rede social Facebook terá, a partir de maio, presença na bolsa de valores de Nova York. A expectativa é arrecadar S$ 5 bilhões com a oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês).

Se tudo prosseguir desta maneira, esta será, até agora, a melhor inauguração de uma empresa de internet, pois superará o Google, que arrecadou quase US$ 2 bilhões em agosto de 2004, ano em que a rede de Mark Zuckerberg foi criada. Analistas estimam que, ao abrir capital, a rede chegaria ao patamar de US$ 100 bilhões, o que permitiria que o Facebook atingisse a sétima posição entre as empresas do setor de tecnologia das Américas, ainda atrás da líder Apple e da Microsoft, IBM, Google, Oracle e Cisco.

O Facebook possui, atualmente, 845 milhões de usuários no mundo, sendo 36 milhões apenas no Brasil. Cerca de 250 milhões de fotos são publicadas diariamente, além dos mais de 2,7 bilhões de posts e curtir.

A previsão é que, em agosto de 2012, a rede social possua 1 bilhão de usuários.
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LeadMedia Group fecha 2011 com crescimento de 118%

A Media Factory, que passou a fazer parte do LeadMedia Group em 2011, contribuiu para o crescimento de 118% do faturamento do grupo no ano, que chegou a €19.2 milhões, um aumento expressivo em relação aos € 8.8 milhões faturados no ano anterior.

“O ano passado foi excelente para a Media Factory. Fechamos 2011, com um crescimento de mais de 100% nos negócios e novos clientes, como a MSC Cruzeiros e O Boticário, e o trabalho com a LeadMedia nos trouxe acesso a novas tecnologias e ao mercado Europeu. Este ano promete ser ainda melhor, pois o marketing digital no Brasil continua em expansão e a verba publicitária vem migrando rapidamente para os meios digitais”, comenta Leandro Kenski, CEO da Media Factory.

Em 2011, o grupo franco-brasileiro especializado em marketing online realizou o IPO na NYSE Euronext Alternext, em Paris, o que deu à companhia os meios para acelerar seus planos de crescimento e expansão no mercado brasileiro, que incluiu também a aquisição da DigitalMe, empresa especializada na gestão da presença de anunciantes nas redes sociais.

Além disso, o registro do tráfico no site do Busca Descontos, empresa já pertencente ao grupo francês, durante o “Black Friday”, no mês de novembro, aliado ao recrutamento de uma base de dados de mais de 6 milhões de perfis qualificados durante um período de duas semanas, confirma as boas expectativas das operações da companhia no Brasil.

A CEO da LeadMedia, Stéphane Darracq, comenta: “O crescimento dos negócios em 2011 correspondeu às nossas expectativas e ocorreu devido ao aumento do volume de trabalho com clientes que já possuíamos e também a aquisição de novos clientes, como o Groupon e a L’OREAL, no Brasil, e a CDiscount, BMW e Galeries Lafayette, na França, sem contar com o sucesso de grandes eventos, como o “Black Friday”, no Brasil. Essa performance retrata a eficiência de nossas aquisições e a fidelização do mercado na França e no Brasil, o que significa que podemos olhar para 2012 com otimismo.”

Google indica mudança no ambiente tecnológico

Um dia após apresentar certos problemas em seus resultados, o gigante da Internet, Google, teve queda de 8% em suas ações e não alcançou suas metas em termos de faturamento, o que evidenciou, ainda mais, seus esforços acelerados para encontrar espaço nos mercados móveis e de redes sociais.

Investimentos no software móvel Android e na rede social Google+, semelhante ao Facebook, representam oportunidade essencial de crescimento para a companhia, no futuro. Mas Wall Street ainda está tentando compreender seu impacto de longo prazo sobre o negócio do Google.

A rede social Google+, recentemente lançada pela companhia, tem 90 milhões de usuários no momento, ante 40 milhões há três meses. A plataforma móvel Android mais usada do mundo, à frente do iOS, da Apple, sendo um importante acesso dos consumidores a diferentes serviços do Google, e elevando o número de pessoas que veem os anúncios veiculados pela empresa.

No entanto, o valor recebido pela publicidade destinada a aparelhos móveis,em curto prazo, parece ser menor que o pago pela publicidade veiculada em seu serviço de buscas convencional. Além disso, segundo os resultados apresentados na sexta-feira, o custo por clique (CPC) – ou seja, o valor pago pelos anunciantes quando um usuário clica em anúncios vinculados a resultados de buscas – caiu pela primeira vez em dois anos, apesar do recorde atingido pelo comércio eletrônico nos Estados Unidos durante a temporada de fim de ano.

O presidente do conselho e vice-presidente de investimento da Jacob Funds, que detém ações do Google, Ryan Jacob, relata que seria relevante estudar melhor o efeito de um aumento na proporção das buscas do Google conduzidas via aparelhos móveis .“Eles não vêm obtendo o mesmo tipo de preços do lado móvel que costumam obter nas buscas em computadores”, disse Jacob.

A grande preocupação dos investidores deve-se a o fato dos pesados investimentos do Google em iniciativas móveis e de redes sociais para enfrentar concorrentes como a Apple e o Facebook, além da compra da fabricante de celulares Motorola Mobility por 12, 5 bilhões de dólares.

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