Liquidações na web: conselhos para você comprar sem se preocupar

A comodidade de procurar, escolher e comprar produtos na web, através do e-commerce, nem sempre é uma prática tão segura. Os roubos virtuais já se tornaram comuns, por conta das atraentes e improváveis liquidações, nas quais o usuário não pensa duas vezes antes de clicar e comprar um produto por um preço, muitas vezes, impraticável.

Pensando nisso, a Bitdefender, empresa especializada em soluções de segurança na web, separou alguns conselhos e dicas de como fazer compras na internet de forma segura, principalmente em casos de fraudes, que pegam carona em promoções.

Segundo a empresa, os hackers utilizam as liquidações para atrair os usuários para páginas maliciosas, que podem infectar o computador, e vendem produtos falsos, angariando o dinheiro do cliente, sem entregar nenhum produto. O momento mais oportuno para esse tipo de ameaça é agora, durante as semanas que sucedem a época do Natal.

A empresa recomenda, primeiramente, que se tenha cuidado com telas pequenas de dispositivos móveis, como as dos smartphones, já que as telas menores ocultam parte da URL de sites móveis. Por isso, um endereço pode começar com o nome de uma loja legítima, mas apresenta alguma alteração no final, direcionando o usuário para a página maliciosa.

As mensagens em redes sociais também merecem atenção especial. Assim como acontece com e-mails, esse tipo de mensagem costuma ser spam, então, tenha cuidado ao clicar em links recebidos nesses sites.

Fique atento a promoções com preços surpreendentes ou ofertas fantásticas, elas podem ser uma enrascada. É importante investigar o site, caso você não tenha total confiança nele, e conferir se ele se trata de uma página verdadeira ou maliciosa. Aproveite os comentários de outros usuários para ajudar nessa análise e não deixe de fazer uma pesquisa com o nome da empresa.

A última dica da Bitdefender é focar no cuidado ao fazer compras usando uma rede wi-fi aberta. Apesar de ser muito útil buscar produtos em locais que possuam internet sem fio de forma aberta, a prática pode ser um problema. Por conta da falta de uma chave de segurança, fica fácil para um hacker invadir a conexão e roubar dados, como senhas, usuários e até números de cartões de crédito.

Fonte

A decisão de compra do consumidor pode estar na web


Segundo o estudo Digital Life, realizado pela multinacional de pesquisas TNS, 45% dos brasileiros confiam no que seus amigos escrevem sobre marcas nas redes sociais. A pesquisa, que analisa o comportamento dos e-consumidores, indica que 32% desses usuários consideram relevante mesmo a opinião de consumidores desconhecidos.

A pesquisa revela ainda que 47% dos entrevistados já postaram comentários sobre marcas na internet, dentre os quais, 44% colocam o interessante em ajudar outros consumidores como principal motivação para esses comentários. O desejo de compartilhar informações corresponde a 31% dos entrevistados, enquanto 13% quiseram elogiar as marcas e 12% fizeram algum tipo de reclamação.

O Digital Life mostra que os consumidores brasileiros utilizam mais fontes de informação online do que offline, médias de 2,9 e 1,9 fontes, respectivamente. Segundo Juan Londono, responsável pelo Digital Life na América Latina, as empresas precisam mapear quem são os consumidores mais influentes dos mercados nos quais atuam e esforçar-se para encorajá-los. “Por outro lado, elas não devem negligenciar seus canais de geração de conteúdos, como website e canais do Youtube, entre outros, pois essas continuam como as fontes de informação mais consultadas. O desafio está em entender como criar links pertinentes entre ambos os tipos de conteúdos”, afirma Londono.

A TNS entrevistou duas mil pessoas no Brasil, e globalmente incluiu aproximadamente 71 mil entrevistas em 60 países.

Fonte: ProXXIma

Empresas reconhecem mídias sociais como canal fomentador de negócios

Um estudo publicado ontem, 13, pela Amcham (Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos), aponta que 96% das empresas que operam no Brasil enxergam as mídias sociais como importante canal de comunicação e como fundamental ferramenta fomentadora de negócios.

A pesquisa revela que 65% das empresas atuantes no mercado nacional pretendem aumentar as ações e verbas destinadas às redes sociais. No entanto, mesmo com essa visão positiva em relação às mídias sociais, quase metade dos entrevistados gasta menos de 5% do orçamento do departamento de marketing com essas ferramentas. Apenas 3% afirma dirigir até 40% da verba de marketing para redes sociais como Facebook, Twitter, Google+, Foursquare e Orkut.

De acordo com a Amcham, 31% das empresas manterão o que já está sendo feito nas redes sociais. Entre os objetivos perseguidos pela empresas ao atuar nas mídias sociais, foram apontados: relacionamento com o cliente (74%), reforço da marca (63%), promoção de produtos ou serviços (53%), monitoramento de marca (46%) e e-commerce (18%).

O ano do comércio online brasileiro

As empresas do setor de compras coletivas mostraram seu poder durante o ano de 2011. O boom do e-commerce brasileiro trouxe à tona consumidores ávidos por comprar produtos e serviços com descontos de uma maneira que nunca imaginamos. Se há alguns anos, ouvíamos a frase “Vai demorar para as pessoas comprarem pela Internet”, acompanhamos ao vivo a quebra desse tabu.

Mas, qual é o real cenário do varejo online brasileiro? Ao longo do ano, observamos o fenômeno dos sites de compras coletivas e e-commerce’s crescerem absurdamente, criando uma certa saturação do mercado. No entanto, nos deparamos com um quadro de “saturação X crescimento”, pois, se por um lado o mercado parece ter mais do mesmo, sem espaço para novos projetos, por outro, algumas empresas contrariam essa premissa e expandem seu setor. E que empresas são essas, que encontram um público que consome e se torna cada vez mais fiel? São os sites segmentados, como pet shops, serviços hoteleiros, de cursos e sites com ofertas de produtos e serviços regionais, que crescem com seu público delimitado. Um tiro certeiro!

Em junho de 2011, o mercado online brasileiro tinha 1.890 sites de compras coletivas e 73 sites agregadores de ofertas, somando 1.963 portais (levantamento do site Bolsa de Ofertas). O estudo apontava um aumento de 84% em relação a fevereiro. Atualmente, 39% dos sites de compras coletivas estão fora de operação.

Alguns especialistas acreditam que os pequenos não sobreviverão, a menos que sigam o modelo de segmentação do serviço (aparentemente, é a melhor aposta para conquistar uma boa posição no mercado).

As mudanças devem ocorrer agora, depois da consolidação de um cenário bem novo. Alguns gigantes das compras coletivas, como o Groupon, abriu o mercado que reuniu US$ 700 milhões de investimento para a companhia. Esse resultado foi extremamente animador, visto que em setembro deste ano o grupo divulgou prejuízo líquido de US$ 214,5 milhões nos três primeiros trimestres de 2011.

Fato é que o ano de 2012 promete ser um ringue para esses players. Atualmente, são 17 milhões de pessoas cadastradas em sites de compras no Brasil, segundo levantamento nacional do Ibope Nielsen Online, realizado em maio deste ano. Além do fator “número de cadastros desatualizado”, devemos levar em consideração dois outros fatores extremamente relevantes: menos da metade da população brasileira tem acesso à internet banda larga e, dos que tem acesso, 80% dos usuários não adquirem bens pela web porque não acham seguro ou têm receio quanto a qualidade do produto (InfoMoney).

O grande álibi do comércio online tem sido as redes sociais. O compartilhamento das redes é uma espécie de boca a boca da web. O engajamento dos usuários, dos fãs das páginas e as indicações de produtos e serviços viralizam as ofertas de forma explosiva. Outro passo importante é a tendência das lojas virtuais do Facebook, o social commerce, um canal que permite maior interatividade dos parceiros das empresas com seus potenciais consumidores. Já o Mobile commerce deve aguardar alguns meses, pois depende da telefonia móvel 3G do país, uma das piores do mundo, com baixa qualidade e poucos usuários.

A Media Factory quer saber: quais são os caminhos que o comércio online brasileiro pode tomar? Deixe sua opinião!

Com informações das revistas Exame, Info e InfoMoney.

Site movimenta R$ 17 milhões no Black Friday brasileiro

Após a segunda edição brasileira do Black Friday, o varejo eletrônico brasileiro encontrou motivos para aumentar consideravelmente o investimento no e-commerce.

O Black Friday teve nossa versão nacional da tradicional data de descontos americana na última sexta feira, onde o site Busca Descontos se destacou consideravelmente. O site, que reúne cupons dos principais varejistas locais, registrou o movimento de R$ 17,2 milhões durante a sexta feira. São R$2,2 milhões a a mais que o esperado.

Foram mais de 6 milhões de pessoas que se inscreveram no serviço e receberam informações sobre as promoções. Entre a meia-noite e 1h da sexta feira, o site registrou 210.00 acessos simultâneos, chegando a ficar fora do ar durante alguns minutos.

O sucesso das vendas mostrou o quão carente são os e-consumidores brasileiros. “O Black Friday já faz parte do calendário do e-commerce nacional. Quem não se preparar para oferecer boas promoções nesse dia, ficará de fora”, afirma Eugenio.

Fonte: Veja

Como usar melhor o Google Search?

O Google Search é, atualmente, o principal buscador mundial, o que significa que bilhões de pessoas fazem pesquisas a todo segundo. Mas será que todo seu potencial é explorado?

Uma pesquisa da Universidade de Wesleyan Illinois revelou que menos de 25% dos alunos conseguem realizar uma pesquisa “razoavelmente bem executada”, ou seja, cerca de 75% dos estudantes não sabem como elaborar pesquisas acadêmicas de forma eficaz.

O grupo HockCollege.com fez uma pesquisa e, com base nos resultados, elaborou um infográfico com as melhores dicas para você explorar todos os recursos do Google Search, com base no que você quer procurar na web.

Vale a pena entender os melhores processos de busca nessa apresentação que a Media Factory preparou para você:

Homens lideram acesso a sites de compras coletivas 

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE Media mostrou que mais da metade dos internautas brasileiros se inscrevem em sites de compras coletivas. Mais de 42% desses usuários efetivaram alguma compra, seja de produtos ou serviços. Outro dado interessante observado é que os internautas realizam, em média, uma compra online por mês, com um ticket médio de R$110.

De acordo com o estudo, há uma mudança no comportamento dos usuários de internetno Brasil. Quando os sites com compras coletivas surgiram, o acesso era, prioritariamente, realizado por mulheres (58% contra 42%). Hoje, os homens são 54,8% enquanto as mulheres representam 45,2% desses usuários. Esse aumento expressivo no público dos sites de compras coletivas ocorre pela grande variedade de produtos e serviços oferecidos.

Fonte: AdNews