Por que investir em Marketing Digital?


O Marketing Digital pode ser compreendido como a estratégia de marketing aplicada na internet e nas plataformas digitais, com o objetivo de melhorar sua comunicação, divulgação e relacionamento nas redes sociais, além prospectar e conquistar novos clientes e comercializar novos produtos.

O fundamento básico do Marketing Digital é obter a mesma eficiência e eficácia do marketing tradicional, mas de forma potencializada, dinâmica e direcionada aos meios digitais. Para isso, baseia-se em sete principais focos de estudo e aplicação: Marketing de Conteúdo, Marketing nas Mídias Sociais, E-mail Marketing, Marketing Viral, Publicidade on-line, Pesquisa on-line e Monitoramento.

A explicação para a ascensão deste tipo de investimento está diretamente ligada ao crescimento do tempo gasto pelas pessoas nas redes sociais. Atualmente, não é possível que uma empresa tenha sucesso nas plataformas digitais sem que haja uma presença efetiva nas redes. Uma boa recomendação é criar um blog corporativo e participar do Facebook e Twitter, pois, a partir deles, a empresa consegue interações e segue os sete princípios propostos no Marketing Digital. Além disso, investimentos em social ads podem ser uma segmentação muito positiva à organização.

O CEO da Media Factory, Leandro Kenski, comentou em entrevista para a Revista Exame o porquê pode ser tão interessante para as empresas fazer este tipo de investimento. “Investir para que sua empresa apareça bem posicionada nos resultados dos buscadores continua sendo uma estratégia vencedora, pois é nessa hora que seus potenciais clientes estão efetivamente procurando pelo produto ou serviço que você oferece. Um plano para SEO (otimização para os buscadores) e links patrocinados podem ajudar. Boa parte da verba investida no Marketing Digital das empresas segue este caminho.”, explicou.

Como qualquer investimento em marketing, é muito importante que a empresa tenha bem claro os objetivos que queira alcançar com o investimento. Ainda segundo Kenski, independentemente das ações que a empresa adote, é sempre positivo planejar, executar, otimizar e garantir que tudo seja medido adequadamente, para o bom funcionamento do marketing digital.
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Chrome se torna navegador líder pela primeira vez

O navegador Chrome, do Google, atingiu o posto de navegador mais acessado pela primeira vez, no último domingo (18), segundo dados divulgados pelo grupo StatCounter. Este é um marco na história da internet. Apesar de ter sido por apenas um dia, o navegador conseguiu superar o tradicional Internet Explorer, da Microsoft.

O Chrome teve o seu ápice com uso de 32,7%, enquanto o Internet Explorer teve participação de 32,5%. No dia seguinte, a situação já havia se “normalizado”, e o navegador da Microsoft voltou a possuir 35%, em comparação aos 30% do Google. Em termos mensais, a participação do Chrome subiu para 31%, em março, ante os 17% de crescimento referente ao mesmo período do ano passado.

Ainda não é possível determinar se o Chrome irá superar os outros navegadores, mas, com certeza, é possível prever seu crescimento gradativo e constante. A StatCounter diz que suas estatísticas são baseadas em dados coletados em uma amostra superior a 15 bilhões de “page views” por mês, a partir de uma rede de 3 milhões de sites.

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Número de usuários no Pinterest cresce mais de 2700% desde 2011

Um estudo conduzido pelo site Daily Infographic revelou que o Pinterest teve um crescimento de 2702,2% em número de visitantes desde maio de 2011, quando foi criado. Ainda de acordo com a pesquisa, os internautas tem entre 25 e 34 anos.

Os usuários do Pinterest passam mais tempo na página (cerca de 15, 8 minutos) do que na rede criada por Mark Zuckerberg (12 minutos). Outro fator relevante sobre o uso da rede é que o percentual dos usuários que migram para outras páginas graças ao Pinterest é bem grande: são 3,6%, mais do que Youtube (1%), Google+ (0,22%) e LinkedIn(0,22%) juntos, por exemplo.

Uma curiosidade sobre o Pinterest é que 70% dos usuários da rede social são mulheres, o que faz com que seus assuntos de maior destaque sejam roupas, comida e textos motivacionas.

Ao que tudo indica, a nova rede social tem agradado bastante internautas e curiosos. Uma previsão é que o Pinterest ultrapasse o Google+ e se torne um concorrente interessante para o Facebook.

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Profissionais brasileiros são a favor das redes sociais no trabalho, segundo pesquisa

SÃO PAULO – Um recente levantamento da Gentis Panel, com 1.709 trabalhadores, revelou que 55% dos executivos consultados são a favor do acesso às redes sociais no trabalho. Em contrapartida, 29% dos profissionais brasileiros entrevistados se mostraram contra o uso destas redes no horário de trabalho.

E ao que parece, o uso de sites de relacionamento durante o expediente parece ter bons benefícios, ao menos segundo a opinião de Leandro Kenski, CEO da Media Factory, empresa especializada em marketing digital. “As redes sociais têm se mostrado uma excelente ferramenta de engajamento com clientes e potenciais consumidores”.

De acordo com o profissional, o recurso favorece o networking dos profissionais, possibilita a geração de novos negócios à empresa, promove a socialização dos funcionários e ainda alivia o estresse.
Segundo a pesquisa, tais itens tiveram menções de, respectivamente, 80,30%, 59% e 43% dos entrevistados.
Opinião pública

A importância do que é falado nas redes sociais também foi mencionada por 43% dos consultados, que justificaram o uso dos sites de relacionamento para que os colaboradores possam ficar por dentro do que é falado sobre a empresa na web.
“No mercado B2B, as empresas podem desenvolver sua rede de fornecedores, parceiros e clientes de maneira simples e efetiva”, acrescenta Kenski.
O problema, no entanto, é que nem todas as companhias pensam assim. Segundo o levantamento, aproximadamente 63% das empresas têm algum regulamento quanto ao uso de redes sociais no ambiente de trabalho. Já 26% informaram não haver regulamento em suas empresas.
Não pode!

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais no trabalho, 94% apontam que as pessoas não conseguem separar a vida profissional de assuntos pessoais. Já outros 31% afirmam que as redes facilitam o vazamento de informações confidenciais para pessoas indevidas, enquanto 30% acreditam que os sites são fonte de informação desnecessária para o trabalho.
O estudo aponta ainda que 30% também acreditam que as redes sociais aumentam o risco de exposição indevida da marca, já que muitos pronunciamentos indevidos são causados por funcionários que não estão autorizados a falar em nome da empresa.
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Acesso às Mídias Sociais estão mudando hábitos alimentares, diz estudo

Um estudo denominado “Cliques e Desejos” apontou que os hábitos alimentares dos usuários de redes sociais podem estar sendo modificados. De acordo com a pesquisa, 29% dos internautas comem ou bebem alguma coisa quando estão conectados às redes sociais. Fora de casa, a pesquisa apontou que apenas 19% se mantém antenados.

O perfil destes usuários são jovens de 18 a 34 anos. A estimativa é que 32% deles acessem o Facebook ou enviem SMS durante o período de almoço. Uma das justificativas para recorrer as redes durante as refeições é para ficar atento às sugestões e dicas de lugares para ir comer.

O estudo foi realizado com 1.641 consumidores norte-americanos, com idades entre 18 e 64 anos.

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Corretoras financeiras usam redes sociais para interagir com público

Ao que tudo indica, a rede de Mark Zuckerberg também tem atingido o mercado financeiro. Além da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), outras corretoras de valores têm utilizado o Facebook na tentativa de se comunicar com os clientes e também para interagir com o público de interesse.

De acordo com um levantamento feito pelo Ibope Nielsen Online, realizado em 2011, mais de 30 milhões de brasileiros acessam o Facebook, enquanto o microblog Twitter recebe mais de 14, 2 milhões de visitantes.

Atualmente, se torna mais do que indispensável manter o contato com o público-alvo por meio das redes sociais. E as corretoras financeiras não poderiam entrar neste mercado em um momento mais propício, principalmente agora que o Facebook integrará parte das ações nas bolsas de valores mundiais.

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Dispositivos conectados serão maiores que população mundial em 2016

Um estudo conduzido pela fabricante de roteadores que equipa boa parte da internet, a Cisco, revelou que os aparelhos móveis poderão ser superiores a população mundial daqui a quatro anos. A previsão é que haja 10 bilhões de aparelhos móveis para 7,3 bilhões de pessoas em 2016.

Ainda de acordo com a estimativa, existem, atualmente, 14 bilhões de dispositivos conectados à internet, sendo a grande maioria computadores e laptops.

De acordo com o estudo, um dos principais motivos para o aumento do tráfego foi o crescimento da velocidade das redes residenciais. A expectativa é que essas velocidades crescam em 10 vezes na próxima década.

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