Novas tendências das redes sociais em 2012

Não é nenhuma novidade que as redes sociais são um fenômeno que vieram para ficar. Após um 2011 muito bem sucedido, as empresas passaram a compreender a necessidade de mídias digitais para a prospecção de clientes e, até mesmo, para a manutenção de sua imagem.

Diariamente, bilhões de pessoas utilizam as redes sociais para se comunicar e buscar seus interesses. Alguns estudos já indicam que as redes são o principal meio de compartilhamento e consumo de informação. O principal benefício para as empresas está na questão de que é possível planejar seus investimentos para este fenômeno, como relatou uma pesquisa elaborada pela Amcham.

Para 2012, as principais tendências estão relacionadas, principalmente, ao compartilhamento de conteúdos e ao uso de SEO crescendo constante e gradativamente no mercado. Outra forte tendência para o mercado é a Otimização de Mídias Sociais, já que esta é uma ferramenta de marketing relativamente simples e muito bem sucedida.

Além disso, o crescimento do mercado de dispositivos móveis também possibilitou o desenvolvimento de aplicativos direcionados aos sistemas Android, IOS, entre outros. Outra forte aposta do mercado é a publicidade social, ou seja, rede sociais envolvidas com divulgações, como é o caso do Facebook Ticker, Promoted Tweets do Twitter e anúncios do Google no Youtube.

Após o investimento milionário do Facebook na compra do Instagram, acredita-se que o compartilhamento de imagens seja outra grande aposta para o ano.

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Geração Y é cada vez mais volátil ao uso das mídias

Um estudo da Time Warner, conduzido pelo Innerscope Research, apontou que a Geração Y troca, em média, 27 vezes de mídia por hora, fora do ambiente de trabalho. Esse dado é superior ao dado registrado com os chamados “imigrantes digitais”, geração anterior que acompanhou a transição das mídias, e que mudava 17 vezes em 60 minutos.

Esses resultados servem de alerta para as marcas e empresas: os integrantes da geração Y se mostram cada vez mais voláteis e, por isso, é necessário que elas se adequem a um público cada vez mais segmentado, exigente e menos fiel às mídias.

Uma das possíveis soluções para esta situação inconstante é cercar o consumidor, ou seja, direcionar comerciais e ações que façam com que o público permaneça no mesmo conteúdo.

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Entenda o que é Media Buying

Tornar uma empresa conhecida não é algo tão simples. Afinal, não basta sair por aí anunciando sua marca ou produto em qualquer mídia, de forma abrangente, sem estudar ou entender o que cada uma oferece e se esta atende as suas necessidades. No mundo online, isso fica ainda mais difícil, uma vez que as formas de mídia são diversas e podem atingir públicos específicos.

Media Buying é, basicamente, a busca de espaços publicitários em portais, visando atingir o público alvo que se busca e oferecer melhores preços. A partir do serviço de mídia online, é possível fortificar o relacionamento com os principais portais.

Além disso, o serviço de mídia online garante presença em locais privilegiados e inclui planejamento e medição da performance das ações.

Vale lembrar que a campanha de mídia online pode ser feita sob medida de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, o que possibilita maior eficiência, acesso a um público altamente qualificado e um resultado positivo.

A Media Factory visa atingir o melhor retorno sobre o investimento de seu cliente e, por isso, oferece planejamento e gerenciamento das campanhas no universo de sites, portais, redes sociais, redes de sites, entre outros, adquirindo as melhores posições para seu negócio. Outra vantagem é a maior segmentação, já que é possível definir em quais portais anunciar, de acordo com o produto e interesse do cliente.

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Você sabe como sincronizar o Instagram com o Google+?

Após a compra milionária do Instagram pelo Facebook, a rede social de compartilhamento de fotos caiu no gosto popular e passou a ser muito mais requisitada.

Já é possível utilizar o Instagram por meio de aplicativos para iPhones, Androids e até pelo Google+. Para sincronizá-lo à rede do Google, é necessário possuir o Dropbox e o Picasa, que estão disponíveis para Windows, Mac OS e Linux.

Para iniciar a sincronização das redes, comece instalando o Dropbox no seu computador. Ele é necessário, pois compartilha arquivos na nuvem. Caso você já o possua, use o mesmo login e senha. A continuidade se dá baixando o Picasa, que organiza as fotos. Caso você use o Linux, será preciso que instale também o Wine 1.3 ou superior e usar o winetools para instalar os bits do IE6 e obter o Oauth.

Após instalar os programas, é só acessar o Instadrop e configurar seu Instagram para sincronizar com o Dropbox. Para isso, basta seguir o passo a passo sugerido. A finalização do processo se dá com a configuração do Picasa. Adicione o aplicativo a seu Dropbox, localize o diretório de fotos Instagram (se ele não estiver aparecendo, basta enviar uma foto para o programa criar) e marque para “Verificar sempre”.

Para finalizar, no canto superior direito, haverá um local para entrar na sua conta Google. Faça o login e veja se a opção Sync para web na pasta de fotos do Instagram está marcada. Abra a página do Google+, verifique se o álbum Instagram está configurado para ser compartilhado e divirta-se!

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Pinterest em números – saiba mais sobre o crescimento e funcionamento da rede

O Pinterest é uma rede social baseada no compartilhamento de imagens. Com pouco tempo de vida, se tornou uma das mais influentes redes sociais e a mais requisitada pelos usuários. Com um crescimento gradativo, a previsão é que, ainda neste ano, o compartilhamentos atinja boa parte dos apreciadores das redes sociais.

A especialista em redes sociais da DigitalMe, Vivian Vianna Leal, faz um balanço sobre o surgimento, impacto e disseminação da rede.

“Com mais de 15 milhões de visitantes únicos, o Pinterest conseguiu, em apenas dois anos de existência, estar entre os 30 sites mais visitados nos EUA.

No Brasil, o crescimento acompanha o mesmo ritmo e, entre o final de 2011 e o início de 2012, a rede social explodiu no país e vem conquistando milhares de adeptos. Diversas marcas pegam carona nessa onda e aproveitam o sucesso da rede social do momento para inseri-la em suas estratégias de marketing digital.

O Pinterest já é o quinto site de bookmarking mais popular (atrás apenas de Twitter, Digg, StumbleUpon e Reddit), além de ter altíssimo grau de engajamento e de viralização – grande parte das imagens postadas são compartilhadas centenas de vezes e mais de 80% das imagens postadas são repins.

O resultado aparece tanto para marcas com foco em branding e relacionamento, que apostam no engajamento do público por meio da divulgação de imagens que ajudam a construir um conceito, quanto para os e-commerces, que já adaptam o conteúdo de seus sites para serem postados automaticamente no Pinterest, inclusive com o preço dos produtos, por meio do botão de compartilhamento da rede social.

Um fato, porém, não há como negar. Apesar da participação de alguns homens, com imagens de design, paisagens e mulheres, a maior parte dos usuários do Pinterest é do sexo feminino, chegando a 70% dos usuários cadastrados. Isso justifica a grande popularidade de imagens ligadas à moda, decoração, produtos de consumo e gastronomia, assuntos populares entre as mulheres.”

Aprenda, passo a passo, como monitorar as redes pelo Google Analytics

Muito mais importante do que fazer parte de uma rede social é saber monitorá-la. Fazer a análise de tráfego do Facebook, Twitter e Google+ pode ser muito simples, por meio da ferramenta Google Analytics.

A primeira etapa é se cadastrar no Google Analytics, isso pode ser feito da sua própria conta do Gmail (basta acessá-la e depois clicar na ferramenta). O próximo passo é saber calcular quantas visitas se recebeu. Para isso, vá até a sessão “Fontes de Tráfego”, selecione “Fontes” e depois “Todo o Tráfego”. A partir deste recurso, você poderá contabilizar a lista de todos os sites que redirecionaram internautas para a sua página.

O passo seguinte é identificar as redes sociais presentes na lista. Os termos “twitter.com”, “t.co”, “hootsuite”, “tweetdeck” e “bit.ly”, por exemplo, se referem ao Twitter. Após isso, crie um “grupo de tráfego”. (Clique nas opções avançadas do Google Analytics e em “Novo Segmento Personalizado”).

Você pode fazer quantas listas quiser, de acordo com os seus visitantes e com as redes sociais com as quais sua empresa trabalha (Google+, LinkeIn, Delicious, Youtube, Flickr, MySpace, Tumblr e outros).

Lembrando que o serviço é disponibilizado gratuitamente para os usuários, no entanto, com uma equipe especializada, que cria relatórios e possui maior experiência com a ferramenta, é possível aproveitá-la muito mais e otimizar as campanhas.
A Media Factory possui vasta experiência com o Google Analytics. Para maiores informações, acesse: http://www.mediafactory.com.br/2010/?p=185

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Está nascendo uma nova tendência no comércio eletrônico?

Alguns empresários e investidores acreditam, cada vez mais, que o comércio eletrônico, por meio da rede social Facebook, será capaz de concorrer com Amazon.com e eBay. Por isso, empresas americanas iniciantes estão desenvolvendo novas maneiras de convencer os usuários do Facebook a usar a rede social para fazer compras.

Para que esse processo aconteça de maneira eficiente, essas empresas iniciantes, que contam com o apoio do capital de investidores, estão criando aplicativos de compras, organizando vendas caseiras e testando novos modelos de negócios no Facebook.

“O comércio eletrônico é uma categoria grande e com ventos favoráveis, e entrar nesse segmento é um passo natural para o Facebook, disse Sam Schwerin, da Millennium Technology Value Partners, que detém ações do Facebook e investiu na BeachMint.

No final do ano de 2011, o Facebook tinha 845 milhões de usuários ativos ao mês, superando a marca de 164 milhões de usuários da Amazon e os 110 milhões do eBay.

Basta saber, agora, como as empresas farão para conquistar clientes no Facebook, uma vez que, seus usuários fazem uso da rede para conexão com amigos e não como recurso de compras online. A grande prova dessa dificuldade são as grandes redes de varejo americanas, J.C. Penny, Gap e Nordstrom, que criaram lojas no Facebook e as fecharam por poucas vendas.

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