Qual é a importância do SEO para um site?

O SEO (Search Engine Optimization, que em português pode ser compreendido como Otimização de Site) consiste na otimização de uma página, ou até mesmo de um site inteiro, para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. O principal intuito é fazer com que o seu site seja achado quando os consumidores fazem buscas na internet.

A otimização de sites aumenta a visitação e a visibilidade das empresas nos buscadores, com o objetivo de alavancar os resultados de vendas na web. Por meio de uma reestruturação, o site fica melhor posicionado nos principais buscadores da internet. Ou seja, a empresa não paga aos buscadores para estar bem posicionado, ela se adapta aos diversos critérios exigidos, o que diferencia esse trabalho dos links patrocinados (onde as empresas pagam para estarem no topo da página dos buscadores).

A ferramenta de otimização nasceu com a nova geração de sites de busca, já que antes a organização dos links em páginas de resultado era alfabética, como nos diretórios da web.

O melhor recurso para o bom funcionamento do SEO é o bom trabalho das palavras-chave em que o site ou empresa visa indexar na internet. Dependendo de quais palavras você utiliza, serão retornadas páginas diferentes em posições diferentes. Além disso, a otimização de busca é responsável pela navegabilidade, usabilidade e indexação do conteúdo.

A Media Factory realiza o levantamento das palavras-chave mais adequadas ao negócio da sua empresa, presta consultoria visando a reestruturação do conteúdo do site (código HTML e TAGS) e faz o acompanhamento da otimização nos sites de busca. Conheça esse e outros serviços em: www.mediafactory.com.br .

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Novas tendências das redes sociais em 2012

Não é nenhuma novidade que as redes sociais são um fenômeno que vieram para ficar. Após um 2011 muito bem sucedido, as empresas passaram a compreender a necessidade de mídias digitais para a prospecção de clientes e, até mesmo, para a manutenção de sua imagem.

Diariamente, bilhões de pessoas utilizam as redes sociais para se comunicar e buscar seus interesses. Alguns estudos já indicam que as redes são o principal meio de compartilhamento e consumo de informação. O principal benefício para as empresas está na questão de que é possível planejar seus investimentos para este fenômeno, como relatou uma pesquisa elaborada pela Amcham.

Para 2012, as principais tendências estão relacionadas, principalmente, ao compartilhamento de conteúdos e ao uso de SEO crescendo constante e gradativamente no mercado. Outra forte tendência para o mercado é a Otimização de Mídias Sociais, já que esta é uma ferramenta de marketing relativamente simples e muito bem sucedida.

Além disso, o crescimento do mercado de dispositivos móveis também possibilitou o desenvolvimento de aplicativos direcionados aos sistemas Android, IOS, entre outros. Outra forte aposta do mercado é a publicidade social, ou seja, rede sociais envolvidas com divulgações, como é o caso do Facebook Ticker, Promoted Tweets do Twitter e anúncios do Google no Youtube.

Após o investimento milionário do Facebook na compra do Instagram, acredita-se que o compartilhamento de imagens seja outra grande aposta para o ano.

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Marketing digital no Brasil

Com o crescimento da inclusão digital no Brasil, mais de 80 milhões de internautas passaram a frequentar e consumir os serviços da web.

Se compararmos os anos de 2010 e 2009, observamos o aumento de 40% de e-commerce. Porém, as empresas investiram apenas 10% em marketing digital.

A revista Exame.com publicou algumas dicas para pequenas e médias empresas investirem no marketing digital:

– e-commerce: cada vez mais acessíveis, as plataformas de e-commerce são ambientes seguros e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. Ainda existem alguns desafios para as empresas de e-commerce, como atendimento, logística (entrega, devolução e troca de mercadoria) e segmentação.

– Publicidade online: quanto mais as empresas intensificarem sua atuação na internet, maior será a concorrência para a atenção dos consumidores e clientes. Destaca-se no mercado a empresa que tiver a melhor publicidade, o que exige investimentos para aprimorar o trabalho. Não significa necessariamente aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para isso, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.

– Redes sociais: atuar nas redes e mídias sociais já é quesito obrigatório. Elas têm grande abrangência entre os internautas e são extremamente importantes nas decisões de compra. Mas não basta criar o perfil da marca, é preciso firmar a identidade que dialogue com as outras mídias e faça da imagem uma unidade. Conheça seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social.

– Tendência: na internet, as novas tecnologias surgem a todo momento. Algumas crescem aos poucos, porém outras se tornam grandes fenômentos rapidamente. Em 2011, o destaque é o mobile marketing, que acompanha a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets.

Fonte: Com informações da Exame.com e Marketing nas IES


Ações offline geram buscas online imediatas

A comunicação entre mídia on e offline se torna cada vez mais necessária. O assunto foi abordado por um estudo da Forrester Research e confirmou que as mídias precisam conversar. Segundo a pesquisa, 79% dos internautas que têm acesso a publicidade offline realizam buscam online sobre o produto no mesmo dia.

O resultado da pesquisa só confirma que os anunciantes precisam dar mais atenção às estratégias de search marketing. “A presença de palavras-chave no buscador acaba ampliando a cobertura da campanha e a frequência com que ela é lembrada. Quem não estiver presente, corre o risco de perder os efeitos de sua campanha off-line”, afirma Patricia Maschio, diretora geral da iProspect.

Ou seja: o planejamento do search marketing deve ser abordado desde o início das discussões sobre estratégias de marketing. Não só como escolha, mas como disseminação da campanha.

Fonte: Meio&Mensagem

Dicionário de métricas: Qual é o significado das nomenclaturas?


A era digital trouxe diversas nomenclaturas, nomes e abreviações. Muitos termos se confundem pelas palavras parecidas e nos confundem também. Hoje, o Tudo Sobre Marketing Digital vai te ajudar a esclarecer algumas dessas nomenclaturas e, quem sabe, até te ensinar novas. Aí vão elas:

 

Ad: É a abreviação de advertisement. Em português, é o popular anúncio. Podemos considerar um “ad” todo o tipo de publicidade no meio digital. Os formatos variam bastante e alguns exemplos são: vídeo, áudio, banners e gráficos animados.

Ad Server: Agora que você já sabe o que é “Ad”, junte as duas palavras. Sim, Ad Server é um servidor, ou gerenciador de anúncios on-line. O Ad Server é o braço direito de todas as empresas que anunciam online, é responsável pelo tráfego dos anúncios, seleção de target e controle de “distribuição”. Os resultados, ou “impressões” também são medidos pelo servidor que trabalha em tempo real enviando informações como número de cliques e interações.

Ad Network: É o responsável pela ponte entre quem está interessado em anunciar e os servers que colocarão os Ads online. A vantagem de utilizar esse serviço é bastante forte quando se trata de um anunciante com ampla segmentação, já que a Ad Network fica responsável por gerar um tráfego qualificado.

Ad Space: É o espaço reservado para a ocupação de anúncios em determinada página.

Ad Flight: É o tempo em que o anúncio fica ativo na rede.

Webcasting: É a reprodução online de áudio ou vídeo. Pode ser feita ao vivo ou com gravação. Um exemplo comum são as propagandas reproduzidas no início de algum vídeo em portais.

SEM (Search engine marketing): São as técnicas utilizadas para obter determinado resultado em sites de busca.

SEO (Search Engine Optimization): O SEO é a otimização de um site para que ele atinja melhores resultados nos motores de busca. Ele pode ser definido como o trabalho realizado sobre a estrutura de um site, que pode ser feito com a utilização de diversas técnicas. Exemplos: organização de conteúdo, redes sociais, otimização de palavras-chave, etc.

PageRank: É a visão do buscador em relação aos sites. A expressão “aumentar o PageRank” significa melhorar o posicionamento de seu site no resultado da busca de determinado termo ou palavra-chave de seu interesse.

Conhece outros termos que complicam a vida de muitas pessoas? Envie-os em nossos comentários!

Web 3.0: Como funcionará a publicidade online nos próximos anos?

Para entender o que é (será) a Web 3.0, precisamos compreender o conceito de Web 2.0. A Web 2.0 representa um avanço nas tecnologias que modificaram o comportamento da sociedade online. Nela, os usuários de internet aprenderam a utilizar com eficiência as ferramentas de busca, encontrando rapidamente qualquer informação, pessoa ou produto com uma simples e rápida pesquisa. A Web 2.0 também é marcada pela era da interação. As redes sociais tornaram-se um canal de comunicação direta e aberta, e ampliaram o compartilhamento de conteúdo, dando a qualquer usuário o acesso à informação.

A Web 2.0 também inovou a publicidade online. Na web, o conceito dos 4Ps (Produto, Preço, Praça e Promoção) criado por Philip Kotler, foi substituído pelo dos 4Es (Entretenimento, Envolvimento, Engajamento e Emoção), criado pela experiência coletiva. Vender um produto ou serviço é mais difícil para as agências, mas o processo de compra precisa ser divertido para os consumidores. As redes sociais tornaram-se um novo canal de suporte para o marketing, permitindo a viralização de campanhas em um curto período de tempo com maior impacto a públicos segmentados.

E como será isso dentro de 5 ou 10 anos? Prever algo sólido para a internet é impossível e ilógico se levarmos em consideração a evolução diária das ferramentas online. Entretanto, existem estudos que apontam uma “previsível” evolução, chamada de Web 3.0. De acordo com essa teoria, haverá um grande salto de sinergia causado pela banda larga, acesso móvel à internet e tecnologia de rede semântica, utilizados ao mesmo tempo de forma inteligente e atingindo resultados mais precisos e maduros. A Web 3.0 tende a organizar e agrupar as páginas por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta. Isso mudará novamente os hábitos de utilização da web, e conseqüentemente a forma de se fazer publicidade.

O marketing online será realizado por demanda, extremamente segmentado, direcionado, e mais inteligente, baseando-se no consumo de informação e interesses individuais de cada usuário. Claro que esses dados são pura especulação e nada precisos. Muita coisa mudará nos próximos meses. Novas ferramentas serão apresentadas e as já existentes serão incrementadas para abranger novas funcionalidades. A única certeza é que precisamos estar cada vez mais antenados e atualizados para acompanhar a evolução e não cair na estagnação. A internet como canal de comunicação de massa já é uma realidade. Cabe a nós adaptar e utilizá-la a nosso favor.

Internet alcança a marca de 193 milhões de domínios

Não é apenas no número de usuários que a Internet cresce. Os número de nomes e domínios de sites cresceram quase um milhão, apenas no primeiro trimestre de 2010. Nesse mesmo período foi registrado uma base de 193 milhões de nomes e domínios entre todos os chamados Nomes e Domínios de Primeiro Nível (TLDs).

O crescimento desse volume foi de 6% em relação ao primeiro trimestre de 2009. No total, a base de nomes de domínios .com e .net cresceu para 99,3 milhões de domínios registrados, isso no primeiro trimestre de 2010. A média é que seja adicionado cerca de 2,7 milhões de novos registros de domínio por mês no período.

Só na América Latina o crescimento da base de domínios “.com” e “.net” registrado foi 9,8% maior no primeiro trimestre de 2010 que no de 2009. Hoje, os países latino-americanos possuem uma base de mais de 2 milhões de nomes nesses dois domínios registrados.