Novas tendências das redes sociais em 2012

Não é nenhuma novidade que as redes sociais são um fenômeno que vieram para ficar. Após um 2011 muito bem sucedido, as empresas passaram a compreender a necessidade de mídias digitais para a prospecção de clientes e, até mesmo, para a manutenção de sua imagem.

Diariamente, bilhões de pessoas utilizam as redes sociais para se comunicar e buscar seus interesses. Alguns estudos já indicam que as redes são o principal meio de compartilhamento e consumo de informação. O principal benefício para as empresas está na questão de que é possível planejar seus investimentos para este fenômeno, como relatou uma pesquisa elaborada pela Amcham.

Para 2012, as principais tendências estão relacionadas, principalmente, ao compartilhamento de conteúdos e ao uso de SEO crescendo constante e gradativamente no mercado. Outra forte tendência para o mercado é a Otimização de Mídias Sociais, já que esta é uma ferramenta de marketing relativamente simples e muito bem sucedida.

Além disso, o crescimento do mercado de dispositivos móveis também possibilitou o desenvolvimento de aplicativos direcionados aos sistemas Android, IOS, entre outros. Outra forte aposta do mercado é a publicidade social, ou seja, rede sociais envolvidas com divulgações, como é o caso do Facebook Ticker, Promoted Tweets do Twitter e anúncios do Google no Youtube.

Após o investimento milionário do Facebook na compra do Instagram, acredita-se que o compartilhamento de imagens seja outra grande aposta para o ano.

Você sabia que a Media Factory oferece um dos melhores serviços de SEO, Otimização e Indexação do mercado? Acesse o nosso site e saiba mais sobre os nossos serviços.

Fonte

Dados pessoais não são revelados na nova política de privacidade, diz Google

No último mês de março, foi alterada a política de privacidade do Google. Segundo o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google do Brasil, Marcel Leonardi, a nova medida não permite que sejam divulgados os dados pessoais de seus usuários.

Nenhuma informação pode ser compartilhada sem a devida autorização do usuário, exceto em casos de cumprimento de ordens judiciais. Ainda de acordo com Leonardi, dentro dos próprios serviços, há a ferramenta “gerenciadores de preferências”, na qual o usuário pode controlar a sua privacidade.

A nova política foi adotada para a unificação dos termos de serviço de todos os produtos do Google, como YouTube, Gmail, Blogger e Google+. A ideia é fazer a coleta de informações pessoais mais transparente, ou seja, as informações coletadas em um dos sites da empresa podem ser compartilhadas pelos demais serviços. Os contatos que o usuário tem no Gmail, por exemplo, aparecem quando ele acessa o YouTube, e vice-versa.

Fonte

Fonte da imagem

Aprenda, passo a passo, como monitorar as redes pelo Google Analytics

Muito mais importante do que fazer parte de uma rede social é saber monitorá-la. Fazer a análise de tráfego do Facebook, Twitter e Google+ pode ser muito simples, por meio da ferramenta Google Analytics.

A primeira etapa é se cadastrar no Google Analytics, isso pode ser feito da sua própria conta do Gmail (basta acessá-la e depois clicar na ferramenta). O próximo passo é saber calcular quantas visitas se recebeu. Para isso, vá até a sessão “Fontes de Tráfego”, selecione “Fontes” e depois “Todo o Tráfego”. A partir deste recurso, você poderá contabilizar a lista de todos os sites que redirecionaram internautas para a sua página.

O passo seguinte é identificar as redes sociais presentes na lista. Os termos “twitter.com”, “t.co”, “hootsuite”, “tweetdeck” e “bit.ly”, por exemplo, se referem ao Twitter. Após isso, crie um “grupo de tráfego”. (Clique nas opções avançadas do Google Analytics e em “Novo Segmento Personalizado”).

Você pode fazer quantas listas quiser, de acordo com os seus visitantes e com as redes sociais com as quais sua empresa trabalha (Google+, LinkeIn, Delicious, Youtube, Flickr, MySpace, Tumblr e outros).

Lembrando que o serviço é disponibilizado gratuitamente para os usuários, no entanto, com uma equipe especializada, que cria relatórios e possui maior experiência com a ferramenta, é possível aproveitá-la muito mais e otimizar as campanhas.
A Media Factory possui vasta experiência com o Google Analytics. Para maiores informações, acesse: http://www.mediafactory.com.br/2010/?p=185

Fonte

Os vídeos mais viralizados da internet

As redes sociais são formas de compartilhamento de informações, gostos e ideias entre usuários que compactuam da mesma opinião ou estilo. Atualmente, não é mais possível falar em comunicação ou marketing sem que o conceito de internet venha atrelado junto.

Com as redes sociais, nasceu uma nova maneira de interação na sociedade, já que, com apenas um clique, é possível acompanhar os principais acontecimentos, além de propor mudanças de comportamento.

Imerso neste contexto, está a criação de memes e a viralização de vídeos pelas pessoas. Um claro exemplo disto foi o mini documentário Kony 2012, da organização sem fins lucrativos Invisible Children, que em apenas 15 dias conseguiu mais de 100 milhões de acessos em prol de uma campanha humanitária.

Conheça a história de alguns dos vídeos que viralizaram, em um curto espaço de tempo, em decorrência das redes sociais.

Quem não se lembra da Susan Boyle? A cantora supreendeu os jurados do Britain’s Got Talent ao cantar a música ‘‘I Dreamed a Dream”. O resultado foi que, em apenas nove dias, o vídeo de Susan já tinha atingido os 100 milhões de visualizações. Outro hit da internet foi o lançamento da canção “Bad romance” da polêmica cantora Lady Gaga. O clipe ultrapassou os 100 milhões de cliques em pouco mais de duas semanas. Ainda no mundo musical, o lançamento do hit “Friday”, da cantora adolescente Rebecca Black, viralizou e se tornou mundialmente conhecido em 45 dias.

Mas, a internet permite qualquer tipo de viralização, entre elas, vídeos de comédia. Quem não se lembra do stand-up do comediante americano, Jeff Dunham, que apresentou ao mundo o boneco Achmed, um terrorista morto? Em apenas 165 dias, o vídeo tinha se tornado uma febre.

Em casos mais recentes, há o bebê Micah, de oito meses, gargalhando de seu pai rasgando papel. A viralização foi tanta que, posteriormente, o vídeo até acabou virando propaganda de um banco.

Na semana passada, o Brasil parou para dar atenção à família que cantava a música gospel “Para nossa alegria”.

Mais sucessos de viralização podem ser vistos pelo link

Fonte

Fonte da imagem

Você já ouviu falar no Kony 2012?

Nos últimos dias, o vídeo Kony 2012 tem feito muito sucesso nas redes sociais. A viralização dele foi uma iniciativa da Invisible Children, uma ONG norte-americana responsável pelo movimento Stop Kony.

O objetivo da divulgação é fazer com que as pessoas conheçam Joseph Kony, líder da guerrilha LRA (Lord’s Resistance Army, que na tradução literal significa Exército de Resistência ao Senhor), que atua em Uganda. O LRA é responsável por forçar crianças a se tornarem soldados armados e escravas sexuais.

A Invisible Children criou um mini documentário que adquiriu caráter mundial e relatou o dia-a-dia das crianças que trabalham para Kony. Além da grande visibilidade nas redes sociais (mais de 55 milhões de views no Youtube e diversas vezes compartilhado no Facebook e Twitter), o vídeo pede a prisão do militante.

Para chegar ao intuito final, os participantes da ONG criaram ações sociais para que mais pessoas ao redor do mundo abracem esta causa.

Assista o vídeo:

Fonte do texto e da imagem

Google repudia medidas regulamentadas do ECAD para uso de vídeos

O Google fez um pronunciamento oficial em seu blog, na última semana, no qual se mostrou claramente contrário à decisão do ECAD sobre a maneira de divulgação de vídeos musicais do Youtube.

Segundo a nota, o acordo assinado pela empresa e a entidade brasileira “não permite e nem endossa o ECAD a cobrar de terceiros por vídeos inseridos no YouTube”, uma vez que, os blogs não hospedam, nem transmitem qualquer tipo de conteúdo quando embedam/sobem um vídeo do YouTube em seu site.

Vale a pena ressaltar também que a decisão é do visitante do site para iniciar uma reprodução do vídeo, que, por origem, está armazenado no YouTube, e não propriamente do blog que o usuário está navegando.

Com a regulamentação, o ECAD pode inibir os usuários das redes na criação de novos conteúdos, o que até fere o princípio da liberdade de expressão existente na internet.

O Google encerra o comunicado oficial solicitando que a entidade brasileira retire as cobranças dos blogs.

Fonte do texto e imagem

Internautas chineses aproveitam falha para acessar sites proibidos no País

Internautas chineses conseguiram burlar o “Grande Firewall” do país e acessar sites que eram considerados proibidos, como Facebook, Twitter e Youtube. De 27 a 28 de fevereiro, os usuários tiveram acesso a estes sites por meio de seus celulares e desktops.

Muitos internautas navegaram pela primeira vez por estas páginas e, por isso, aproveitaram para criar contas nesses serviços, segundo informações da Reuters.

A China censura alguns sites e, principalmente, as redes sociais. A justificativa é que ajuda a evitar a instabilidade do país. Mas, na prática, o governo chinês quer evitar que a população tenha conhecimento sobre situações de crise ou denúncia.

Para suprir a necessidade da população chinesa, são criadas redes sociais similares as grandes redes mundiais.

Fonte do texto e da imagem