Conheça o novo blog da Media Factory

Sempre preocupada em estar por dentro das tendências do marketing digital, tecnologias e novidades do mercado, a Media Factory disponibiliza o melhor conteúdo em seu blog e redes sociais.

Pensando em inovação, a empresa apresenta o seu novo blog. Com a mesma qualidade oferecida no blog antigo, o novo endereço online da Media Factory visa ser mais interativo e interessante. Agora com um layout mais clean, é possível observar os seis editorias: e-commerce, e-mail marketing, novas mídias, redes sociais, tendências e internet móvel. Assim, você fica atualizado no segmento que mais te interessar!

Acesse o nosso blog (www.tudosobremktdigital.com.br) e não deixe de acompanhar o conteúdo e as novidades sobre mercado digital e cursos.

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Dados pessoais não são revelados na nova política de privacidade, diz Google

No último mês de março, foi alterada a política de privacidade do Google. Segundo o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google do Brasil, Marcel Leonardi, a nova medida não permite que sejam divulgados os dados pessoais de seus usuários.

Nenhuma informação pode ser compartilhada sem a devida autorização do usuário, exceto em casos de cumprimento de ordens judiciais. Ainda de acordo com Leonardi, dentro dos próprios serviços, há a ferramenta “gerenciadores de preferências”, na qual o usuário pode controlar a sua privacidade.

A nova política foi adotada para a unificação dos termos de serviço de todos os produtos do Google, como YouTube, Gmail, Blogger e Google+. A ideia é fazer a coleta de informações pessoais mais transparente, ou seja, as informações coletadas em um dos sites da empresa podem ser compartilhadas pelos demais serviços. Os contatos que o usuário tem no Gmail, por exemplo, aparecem quando ele acessa o YouTube, e vice-versa.

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Geração Y é cada vez mais volátil ao uso das mídias

Um estudo da Time Warner, conduzido pelo Innerscope Research, apontou que a Geração Y troca, em média, 27 vezes de mídia por hora, fora do ambiente de trabalho. Esse dado é superior ao dado registrado com os chamados “imigrantes digitais”, geração anterior que acompanhou a transição das mídias, e que mudava 17 vezes em 60 minutos.

Esses resultados servem de alerta para as marcas e empresas: os integrantes da geração Y se mostram cada vez mais voláteis e, por isso, é necessário que elas se adequem a um público cada vez mais segmentado, exigente e menos fiel às mídias.

Uma das possíveis soluções para esta situação inconstante é cercar o consumidor, ou seja, direcionar comerciais e ações que façam com que o público permaneça no mesmo conteúdo.

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Entenda o que é Media Buying

Tornar uma empresa conhecida não é algo tão simples. Afinal, não basta sair por aí anunciando sua marca ou produto em qualquer mídia, de forma abrangente, sem estudar ou entender o que cada uma oferece e se esta atende as suas necessidades. No mundo online, isso fica ainda mais difícil, uma vez que as formas de mídia são diversas e podem atingir públicos específicos.

Media Buying é, basicamente, a busca de espaços publicitários em portais, visando atingir o público alvo que se busca e oferecer melhores preços. A partir do serviço de mídia online, é possível fortificar o relacionamento com os principais portais.

Além disso, o serviço de mídia online garante presença em locais privilegiados e inclui planejamento e medição da performance das ações.

Vale lembrar que a campanha de mídia online pode ser feita sob medida de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, o que possibilita maior eficiência, acesso a um público altamente qualificado e um resultado positivo.

A Media Factory visa atingir o melhor retorno sobre o investimento de seu cliente e, por isso, oferece planejamento e gerenciamento das campanhas no universo de sites, portais, redes sociais, redes de sites, entre outros, adquirindo as melhores posições para seu negócio. Outra vantagem é a maior segmentação, já que é possível definir em quais portais anunciar, de acordo com o produto e interesse do cliente.

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Pinterest em números – saiba mais sobre o crescimento e funcionamento da rede

O Pinterest é uma rede social baseada no compartilhamento de imagens. Com pouco tempo de vida, se tornou uma das mais influentes redes sociais e a mais requisitada pelos usuários. Com um crescimento gradativo, a previsão é que, ainda neste ano, o compartilhamentos atinja boa parte dos apreciadores das redes sociais.

A especialista em redes sociais da DigitalMe, Vivian Vianna Leal, faz um balanço sobre o surgimento, impacto e disseminação da rede.

“Com mais de 15 milhões de visitantes únicos, o Pinterest conseguiu, em apenas dois anos de existência, estar entre os 30 sites mais visitados nos EUA.

No Brasil, o crescimento acompanha o mesmo ritmo e, entre o final de 2011 e o início de 2012, a rede social explodiu no país e vem conquistando milhares de adeptos. Diversas marcas pegam carona nessa onda e aproveitam o sucesso da rede social do momento para inseri-la em suas estratégias de marketing digital.

O Pinterest já é o quinto site de bookmarking mais popular (atrás apenas de Twitter, Digg, StumbleUpon e Reddit), além de ter altíssimo grau de engajamento e de viralização – grande parte das imagens postadas são compartilhadas centenas de vezes e mais de 80% das imagens postadas são repins.

O resultado aparece tanto para marcas com foco em branding e relacionamento, que apostam no engajamento do público por meio da divulgação de imagens que ajudam a construir um conceito, quanto para os e-commerces, que já adaptam o conteúdo de seus sites para serem postados automaticamente no Pinterest, inclusive com o preço dos produtos, por meio do botão de compartilhamento da rede social.

Um fato, porém, não há como negar. Apesar da participação de alguns homens, com imagens de design, paisagens e mulheres, a maior parte dos usuários do Pinterest é do sexo feminino, chegando a 70% dos usuários cadastrados. Isso justifica a grande popularidade de imagens ligadas à moda, decoração, produtos de consumo e gastronomia, assuntos populares entre as mulheres.”

Aprenda, passo a passo, como monitorar as redes pelo Google Analytics

Muito mais importante do que fazer parte de uma rede social é saber monitorá-la. Fazer a análise de tráfego do Facebook, Twitter e Google+ pode ser muito simples, por meio da ferramenta Google Analytics.

A primeira etapa é se cadastrar no Google Analytics, isso pode ser feito da sua própria conta do Gmail (basta acessá-la e depois clicar na ferramenta). O próximo passo é saber calcular quantas visitas se recebeu. Para isso, vá até a sessão “Fontes de Tráfego”, selecione “Fontes” e depois “Todo o Tráfego”. A partir deste recurso, você poderá contabilizar a lista de todos os sites que redirecionaram internautas para a sua página.

O passo seguinte é identificar as redes sociais presentes na lista. Os termos “twitter.com”, “t.co”, “hootsuite”, “tweetdeck” e “bit.ly”, por exemplo, se referem ao Twitter. Após isso, crie um “grupo de tráfego”. (Clique nas opções avançadas do Google Analytics e em “Novo Segmento Personalizado”).

Você pode fazer quantas listas quiser, de acordo com os seus visitantes e com as redes sociais com as quais sua empresa trabalha (Google+, LinkeIn, Delicious, Youtube, Flickr, MySpace, Tumblr e outros).

Lembrando que o serviço é disponibilizado gratuitamente para os usuários, no entanto, com uma equipe especializada, que cria relatórios e possui maior experiência com a ferramenta, é possível aproveitá-la muito mais e otimizar as campanhas.
A Media Factory possui vasta experiência com o Google Analytics. Para maiores informações, acesse: http://www.mediafactory.com.br/2010/?p=185

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Falha de segurança pode comprometer novo sistema iOS

Ao que tudo indica, a maneira como o Safari, navegador padrão do sistema móvel da Apple, abre os sites para o novo sistema do iOS pode gerar complicações para os seus usuários. Isso porque, se o navegador for manipulado da maneira correta, ele poderá abrir uma página falsa e mostrar, na barra de endereços, um site legítimo.

A falha foi descoberta pelo pesquisador David Viera-Kurz, que também criou um site falso para apontar o erro do sistema, a partir de uma página hospedada em seu próprio servidor, que é possível exibir o endereço apple.com.

A nova versão 5.1 do iOS foi lançada no início deste mês. A notificação feita por Viera-Kurz possibilita à Apple fazer as alterações necessárias.

O estudo ainda concluiu que os navegadores do Windows Phone e Android não são vulneráveis a este tipo de falha.

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